Coco Gauff: «Quando começaram a cantar o meu nome senti-me num jogo da NBA!»

Por Pedro Gonçalo Pinto - Setembro 5, 2022

Coco Gauff está a gerar enormes expectativas no público norte-americano, ao encontrar-se já nos quartos-de-final do US Open. O próximo obstáculo da jovem de 18 anos é Caroline Garcia, mas o que mais tem impressionado Coco é o enorme apoio que recebe encontro após encontro. Exemplo disso foi o que sentiu no triunfo contra Shuai Zhang.

“A 6-5, na troca de lados, estavam a gritar ‘let’s go, Coco’. Estava a tentar não sorrir, o meu treinador até me diz para o fazer mais, mas estava a tentar ficar concentrada. Foi surreal porque quando começaram a cantar o meu nome senti-me num jogo da NBA. Vais a um jogo de futebol americano ou NBA e as pessoas cantam o nome da equipa, aqui gritam o teu nome. É impressionante”, destacou.

Por outro lado, Coco Gauff foi questionada sobre o melhor e o pior de ser ela própria. “O melhor é experimentar as reações das pessoas quando as conheço. Nunca é algo que dou por garantido, especialmente com as crianças. Lembro-me de uma miúda, depois da terceira ronda, que começou a chorar depois de lhe assinar uma bola. Dei-lhe um abraço e quase chorei também. Jamais imaginava que ia ter esse impacto numa pessoa. A única coisa que me entristece é falhar tantos concertos! Não fui a The Weeknd, Bad Bunny… Esse é o lado mau”, confessou, entre risos.

O ténis entrou na minha vida no momento em que comecei a jogar aos 7 anos. E a ligação com o jornalismo chegou no momento em que, ainda no primeiro ano de faculdade, me juntei ao Bola Amarela. O caminho seguiu com quase nove anos no Jornal Record, com o qual continuo a colaborar mesmo depois de sair no início de 2022, num percurso que teve um Mundial de futebol e vários Europeus. Um ano antes, deu-se o regresso ao Bola Amarela, sendo que sou comentador - de ténis, claro está - na Sport TV desde 2016. Jornalismo e ténis. Sempre juntos. Email: pedropinto@bolamarela.pt