Tsitsipas: «US Open é o US Open e vale o mesmo. Veio quem quis»

Por José Morgado - Agosto 25, 2020
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Stefanos Tsitsipas, número seis do ranking mundial, foi um dos tenistas de topo que tomou a decisão de viajar até Nova Iorque integrar a bolha e jogar não apenas o US Open como o ATP Masters 1000 de Cincinnati. O grego de 22 anos considera, por isso, que este Grand Slam tem tanto valor como qualquer outro e não vai na conversa dos ‘asteriscos’.

Um US Open é um US Open e, apesar das desistências, o torneio continua o mesmo. É verdade que existe uma pandemia, mas isso não impede que os jogadores venham. Se os jogadores estão com muito medo de vir, bem, é uma decisão que eles tomaram. Veio quem quis. O torneio explicou muito bem as condições e como estava tudo seguro. Se eles não quiseram vir, foi porque assim decidiram”, disparou o grego, que defronta John Isner nos oitavos-de-final do Masters 1000 de Cincinnati.

 

Apaixonei-me pelo ténis na épica final de Roland Garros 2001 entre Jennifer Capriati e a Kim Clijsters e nunca mais larguei uma modalidade que sempre me pareceu muito especial. O amor pelo jornalismo e pelo ténis foram crescendo lado a lado. Entrei para o Bola Amarela em 2008, ainda antes de ir para a faculdade, e o site nunca mais saiu da minha vida. Trabalhei no Record e desde 2018 pode também ouvir-me a comentar tudo sobre a bolinha amarela na Sport TV. Já tive a honra de fazer a cobertura 'in loco' de três dos quatro Grand Slams (só me falta a Austrália!), do ATP Masters 1000 de Madrid, das Davis Cup Finals, muitas eliminatórias portuguesas na competição e, claro, de 16 (!) edições do Estoril Open. Estou a ficar velho... Email: jose_guerra_morgado@hotmail.com