Draper desiste de Wimbledon e agrava hecatombe do ténis britânico no primeiro dia do torneio
O primeiro dia de Wimbledon 2026 transformou-se num verdadeiro pesadelo para o ténis britânico. A maior desilusão foi protagonizada por Jack Draper, que anunciou a desistência poucas horas antes da estreia devido a uma lesão no braço esquerdo, o mesmo problema que o afastou da competição durante cerca de seis meses entre 2025 e 2026.
O número um britânico mostrou-se profundamente abalado com a decisão, que o impede de disputar o torneio mais importante da temporada diante do seu público. “Estou completamente devastado. Não há maior honra para um jogador britânico do que competir em Wimbledon. Vou continuar a perseverar, apesar de tudo. Obrigado pelo vosso apoio”, escreveu nas redes sociais.
Depois da esperança alimentada pelo regresso à competição em Eastbourne e pela parceria com Andy Murray, Draper volta a enfrentar um futuro marcado pela incerteza, enquanto o ténis britânico vive um dos dias mais negros da sua história recente em Wimbledon.
A desistência de Draper juntou-se à de Emma Raducanu e a uma jornada para esquecer para o ténis britânico. Cameron Norrie caiu na primeira ronda, enquanto Felix Gill, Max Basing, Alicia Dudeney, Mika Stojsavljevic, Harrier Dart, Hanne Klugman, Mimi Xu e Oliver Tarvet também foram eliminados, deixando a Grã-Bretanha sem qualquer vitória no primeiro dia do torneio e a viver uma autêntica hecatombe em Wimbledon. Nove encontros, nove derrotas.
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