Domingues mete Tsitsipas em sentido mas despede-se do Estoril nos ‘quartos’

Por Susana Costa - May 3, 2019
Joao-Domingues

Terminou a melhor semana de João Domingues no circuito ATP. O jogador de Oliveira de Azeméis, número três nacional e 214.º mundial, foi afastado por Stefanos Tsitsipas nos quartos-de-final do Millennium Estoril Open, pelos parciais de 7-6(3) e 6-4, mas não sem antes mostrar o que vale e meter em sentido o número dez mundial

Com o grego de 20 anos a não acertar os primeiros passos no Estádio Millennium, Domingues não se fez de rogado. Chegou à quebra no terceiro jogo do set inaugural e adiantou-se para 5-4, ficando a servir para fechar a partida. Nessa altura, Tsitsipas reagiu, revelando-se mais sólido e focado do que no arranque do encontro, mantendo o embalo nos jogos seguintes e no tie break.

Sem dar sinais de querer facilitar a vida ao semifinalista do Open da Austrália, Domingues agarrou-se aos seus jogos de serviço, impedindo o seu adversário de chegar à quebra nos jogos iniciais da partida. As investidas de Tsitsias acabariam, no entanto, por ter sucesso no sétimo jogo, adiantando-se para 4-3.

Domingues voltou a contrariar o primeiro cabeça-de-série da prova portuguesa, devolvendo o break, e igualando o marcador a 4-4, mas Tsitsipas venceu os dois jogos seguintes, dando por terminada a caminhada inédita de Domingues até aos quartos-de-final em provas ATP, ao cabo de uma hora e 48 minutos de jogo.

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Tsitsipas é o primeiro semifinalista apurado do Millennium Estoril Open 2019, igualando o resultado do ano passado (perdeu para João Sousa). Aguarda o desfecho do embate entre David Goffin, quarto pré-designaod, e Malek Jaziri para ficar a conhece o seu próximo adversário.

 

Descobriu o que era isto das raquetes apenas na adolescência, mas a química foi tal que a paixão se mantém assolapada até hoje. Pelo meio ficou uma licenciatura em Jornalismo e um Secundário dignamente enriquecido com caderno cujas capas ostentavam recortes de jornais do Lleyton Hewitt. Entretanto, ganhou (algum) juízo, um inexplicável fascínio por esquerdas paralelas a duas mãos e um lugar no Bola Amarela. A escrever por aqui desde dezembro de 2013.
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