Cinco jogadoras que vão dar (muito) que falar em 2021

Por José Morgado - January 10, 2021
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Photo by Pete Staples/USTA

O início das temporadas é habitualmente uma boa altura para fazer previsões, mesmo correndo o risco de acabarmos por falhá-las. Mas também só falha… quem ‘vai a jogo’. Depois de há alguns dias termos lançado uma previsão sobre os cinco jogadores que achamos que vão causar sensação em 2021, este domingo fazemos o mesmo para o circuito feminino. A grande maioria das nossas ‘selecionadas’ são muito jovens e algumas delas até já estão a dar que falar esta semana, em Abu Dhabi.

COCO GAUFF

Bem sabemos: é clichê colocar Gauff nesta categoria. Aos 16 anos, a norte-americana já chegou aos oitavos-de-final de dois torneios de Grand Slam e tem um título WTA no seu palmarés, mas a verdade é que tudo isso aconteceu antes da longa interrupção por causa da pandemia e que, no regresso, Coco esteve sempre muito longe nesse nível. 2021 vai ajudar a perceber se a jovem, que já é top 50 mundial, está pronta para atacar voos ainda maiores, apesar da tenra idada. Para o bom ou para o menos brilhante, vamos certamente falar muito dela.

BIANCA ANDREESCU

É uma das grandes questões para 2021: como vai regressar Bianca Andreescu depois de mais de um ano sem competir? A canadiana, que ainda só tem 20 anos, venceu o US Open, Indian Wells e Toronto em 2019, mas não competiu em 2020 devido a uma lesão grave no joelho. Este ano, as expetativas estão muito elevadas para perceber se vai conseguir manter-se entre aquelas que lutam pelo topo do ranking.

IGA SWIATEK

É outro dos pontos de interesse de 2021: que sequência irá dar Iga Swiatek à sua memorável conquista de Roland Garros? A polaca de 19 anos não voltou a competir desde que triunfou em Paris e vai ser curioso perceber como lida com o estatuto de super-estrela do seu país e campeã de Grand Slam.

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ELENA RYBAKINA

É um daqueles casos que já está a dar que falar… esta semana. A cazaque de 21 anos, que esta segunda-feira jogará os quartos-de-final do WTA 500 de Abu Dhabi, teve uma entrada impressionante (quatro finais) em 2020, mas a pandemia acabou por lhe resfriar os ânimos. Esta temporada será muito interessante para perceber se ela tem ou não condições de vir a ser campeã de Grand Slam.

MARTA KOSTYUK

Num início de época marcado pela suspensão por doping daquela que tem sido apontada como a grande esperança do ténis ucraniano — Dayana Yastremska — o ténis feminino do país tem outra jovem craque, de apenas 18 anos, a dar muito que falar: Marta Kostyuk, recém estreada no top 100 mundial, também joga esta segunda-feira os ‘quartos’ de Abu Dhabi e promete consolidar-se entre as melhores em 2021. Aos 15 anos, já chegava à terceira ronda de Grand Slams (Australian Open 2018).

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Apaixonei-me pelo ténis na épica final de Roland Garros 2001 entre Jennifer Capriati e a Kim Clijsters e nunca mais larguei uma modalidade que sempre me pareceu muito especial. O amor pelo jornalismo e pelo ténis foram crescendo lado a lado. Entrei para o Bola Amarela em 2008, ainda antes de ir para a faculdade, e o site nunca mais saiu da minha vida. Trabalhei no Record e desde 2018 pode também ouvir-me a comentar tudo sobre a bolinha amarela na Sport TV. Já tive a honra de fazer a cobertura 'in loco' de três dos quatro Grand Slams (só me falta a Austrália!), do ATP Masters 1000 de Madrid, das Davis Cup Finals, muitas eliminatórias portuguesas na competição e, claro, de 16 (!) edições do Estoril Open. Estou a ficar velho... Email: jose_guerra_morgado@hotmail.com
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