Acabou-se o ténis de madrugada: as medidas levadas a cabo por ATP e WTA

Por Pedro Gonçalo Pinto - Janeiro 10, 2024

A última temporada ficou marcada por uma série de encontros que terminaram a altas horas da madrugada, com vários casos mais mediáticos. Jannik Sinner, por exemplo, acabou de jogar quase às 3 da manhã e teria de voltar ao court às 16h, acabando por desistir do Masters 1000 de Paris, algo que fez com que a ATP e a WTA se juntassem para definir estratégias e regras que limitem ao máximo situações parecidas.

Por isso mesmo, há diretivas que passam a ter de ser cumpridas de forma específica, com destaque para o facto de deixar de ser autorizado arrancar encontros depois das 23 horas a não ser em casos excecionais, sendo preciso o Supervisor ATP/WTA ter autorização direta de superiores do organismo. Por outro lado, também é colocado um limite de encontros por jornada num court, incluindo a sessão noturna.

AS NOVAS REGRAS

— Não pode haver mais do que cinco encontros por dia por court (com arranque às 11 horas), com três encontros na sessão diurna e dois na sessão noturna
— Nenhum encontro pode arrancar após a 23 horas, a não ser que seja aprovada pelo Supervisor ATP/WTA em consulta com a direção da ATP/WTA
— Os encontros que não tiverem começado até às 22h30 são passados para um court alternativo para nunca depois das 23 horas
— As sessões noturnas não começam depois das 19h30, com a recomendação para as 18h30

 

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O ténis entrou na minha vida no momento em que comecei a jogar aos 7 anos. E a ligação com o jornalismo chegou no momento em que, ainda no primeiro ano de faculdade, me juntei ao Bola Amarela. O caminho seguiu com quase nove anos no Jornal Record, com o qual continuo a colaborar mesmo depois de sair no início de 2022, num percurso que teve um Mundial de futebol e vários Europeus. Um ano antes, deu-se o regresso ao Bola Amarela, sendo que sou comentador - de ténis, claro está - na Sport TV desde 2016. Jornalismo e ténis. Sempre juntos. Email: pedropinto@bolamarela.pt