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Gauff responde às fortes críticas do diretor do WTA 1000 do Dubai após desistências de Sabalenka e Swiatek
O WTA 1000 do Dubai ficou marcado pelas desistências de última hora de Aryna Sabalenka e Iga Swiatek, algo que levou às fortes críticas do diretor do torneio.
Salah Tahlak defendeu perda de pontos para quem desiste em cima da prova arrancar mas certo é que essa decisão parece longe de ser consensual.
Coco Gauff, por exemplo, colocou-se no lado das jogadoras.
“Não acredito que as jogadoras o façam simplesmente porque não querem jogar, não creio que seja essa a decisão. Sinto que, para mim, esta parte da temporada sempre foi difícil, penso que é sobretudo pela transição que existe. Se acho que se deveriam retirar pontos às jogadoras? A verdade é que não”, começou por dizer.
“Já temos a obrigação de os disputar, recebemos zero pontos no nosso ranking por tudo isso. Nesta fase do calendário, acho que é difícil jogar todos os torneios, agora que duram duas semanas. Penso que as exigências sobre os jogadores são cada vez maiores”, garantiu Gauff, que ainda assim, percebe a indignação.
“Compreendo o lado do torneio. Obviamente, querem os jogadores lá. No passado, penso que os melhores jogadores vieram sempre a Doha e ao Dubai, é uma pena este ano. Não acho que seja justo retirar pontos aos jogadores. Penso que, no máximo, deveríamos ter 1000 pontos opcionais, como os homens têm em Monte Carlo”, concluiu.
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