Wimbledon 2026: as previsões da equipa Bola Amarela
Wimbledon arranca esta segunda-feira e está na hora de fazermos as nossas previsões! Favoritos claros nos homens? Tudo em aberto nas senhoras? Concorda connosco?
CAMPEÃO MASCULINO
José Morgado – Jannik Sinner: O campeão em título regressa a Wimbledon ‘picado’ pelo flop de Roland Garros. Dificilmente o raio cairá duas vezes no mesmo sítio e sem Alcaraz… é o favorito.
Pedro Gonçalo Pinto – Jannik Sinner: A diferença do italiano para o resto da concorrência em relva parece-me maior do que noutras superfícies. Tudo pode acontecer, como se viu em Paris, mas… duas vezes? Acho que não.
Nuno Chaves– Jannik Sinner: a queda em Roland Garros foi provocada mais pelo calor do que propriamente que os adversários. Acredito que vem com a motivação não só para defender o título como para mostrar que Paris foi um mero acaso.
Rodrigo Caldeira – em atualização: em atualização
Tomás Almeida – Jannik Sinner: não vejo nenhum jogador a partir como favorito destacado, mas o italiano e atual campeão em título, até pelo sorteio que apanhou, deve ser considerado o maior candidato à conquista do Grand-Slam britânico. Djokovic é sempre uma ameaça, mas Sinner não vai querer desperdiçar esta oportunidade, depois da enorme desilusão em Roland-Garros.
Marcela Linhares – Jannik Sinner: Não vou mentir que fiquei um tanto receosa porque ainda acho que Djokovic poderia aprontar, mas sinto que Sinner teve um tempo de descanso e reflexão após perder de forma precoce em Roland Garros e uma boa chave também ajuda a acreditar que o número 1 possa voltar a triunfar em slams.
DARKHORSE MASCULINO
José Morgado – Jiri Lehecka: Há muitos nomes possíveis numa metade inferior do quadro totalmente aberta, mas a minha aposta vai para Lehecka. Em Roland Garros, foi outro checo…
Pedro Gonçalo Pinto – Frances Tiafoe: Gosta de grandes palcos, vem de um título moralizador em Halle e está na zona certa do quadro. O Big Foe pode ser um grande problema.
Nuno Chaves– Francisco Cerundolo: Opções não faltam mas o título em Queen’s e com o valor simbólico da presença da sua família vieram dar a motivação extra. O argentino, para ajudar, está numa zona do quadro completamente em aberto.
Rodrigo Caldeira –em atualização
Tomás Almeida – Alejandro Davidovich Fokina: o espanhol acaba de vencer o primeiro título ATP na relva de Maiorca e vai entrar confiante no All England Club à procura de atingir as fases mais adiantadas da competição. Uma inédita presença na segunda semana é claramente fazível. Por isto, eu aposto no espanhol a chegar aos quartos-de-final, ultrapassando na sua secção do quadro jogadores cotados como Felix Auger-Aliassime, Cameron Norrie ou Learner Tien.
Marcela Linhares – Alex de Minaur: Parecia ter esquecido boa parte de seu bom nível de tênis depois de ter sido campeão em Roterdã no início do ano, mas acredito que possa incomodar na grama. Perdeu nas últimas duas edições para Djokovic, mas quem sabe agora possa voltar a incomodar?
PRIMEIRO TOP 10 A CAIR
José Morgado – Alexander Zverev: Estou a prever um torneio de Wimbledon em que nenhum dos top 10 perde cedo — nem Fritz, que tem uma primeira ronda péssima diante de Draper. Alexander Zverev enfrenta Lehecka nos ‘oitavos’, pelo que me mantenho coerente com a minha previsão anterior.
Pedro Gonçalo Pinto – Flavio Cobolli: Acredito que Fritz derrota Draper e isso tira-o daqui. De resto, parece-me que há caminhos aceitáveis para os top 10, mas vejo o italiano com mais dúvidas em relva.
Nuno Chaves– Daniil Medvedev: Os últimos Grand Slams têm sido um verdadeiro pesadelo para o número um do mundo, que caiu à primeira em quatro dos últimos cinco. Defrontar Cilic a abrir também não é uma grande ajuda.
Rodrigo Caldeira – em atualização
Tomás Almeida – Daniil Medvedev: o número nove do Mundo enfrenta um antigo finalista de Wimbledon e top 3 mundial Marin Cilic logo na primeira ronda e isso pode perfeitamente conduzir o russo a (mais) uma precoce eliminação no torneio, o que não seria surpreendente. Medvedev é, sem dúvida, o tenista do top 10 com o teste mais traiçoeiro nesta etapa inaugural da prova.
Marcela Linhares – Taylor Fritz: Fiquei entre Fritz e Zverev nesta mesma categoria em Roland Garros e vou voltar a repetir aqui. Bom, por mais que Taylor seja dos mais vitoriosos na grama, enfrentar Draper logo de cara é um susto…
CAMPEÃ FEMININA
José Morgado – Elena Rybakina: é o palpite mais difícil de todos porque o torneio está completamente em aberto. Mas vou no meu ‘feeling’…
Pedro Gonçalo Pinto – Elina Svitolina: é tão difícil escolher que vou para uma opção meio louca. A ucraniana sabe engatar na relva de Wimbledon e o quadro pode ajudá-la a libertar-se.
Nuno Chaves– Aryna Sabalenka: A bielorrussa está a fazer por merecer outra escolha, no entanto, neste momento, continuo a considerá-la a melhor do mundo com alguma margem… caso a cabeça funcione. O facto de não haver também nenhuma jogadora em grande forma é um fator que me leva a crer que Sabalenka pode ser feliz no All England Club.
Rodrigo Caldeira – em atualização
Tomás Almeida – Jessica Pegula: a norte-americana tem Wimbledon como pior Major, se formos a conjugar a melhor prestação com a percentagem de vitórias, mas não se deve ignorar, de todo, as suas possibilidades para esta edição. Olhando para o panorama geral, é passível de se colocar Pegula como uma das favoritas a levantar o troféu do mítico torneio londrino. O fator experiência pode sair a seu favor e as vitórias acumuladas ao longo da primeira semana podem catapultar a nova-iorquina para altos voos no Reino Unido.
Marcela Linhares – Aryna Sabalenka: Os últimos resultados não tem empolgado, é verdade, mas sinto que vai vir mordida e querendo provar ainda mais seu valor em um torneio que nunca teve aquele resultado expressivo.
DARKHORSE FEMININO
José Morgado – Madison Keys: a campeã de Eastbourne sabe o que é ganhar um Grand Slam e, se estiver a bom nível, é muito difícil de bater…
Pedro Gonçalo Pinto – Madison Keys: pode correr muito bem ou nem deixar marca, mas a norte-americana está em boa forma e pode ser um pesadelo para bater.
Nuno Chaves– Iva Jovic: é certo que só jogou em Queen’s mas demonstrou bom nível, com boas vitórias. A sua zona do quadro também me parece interessante.
Rodrigo Caldeira –em atualização
Tomás Almeida –Karolina Muchova:a checa é das mais perigosa em relva e, estando bem fisicamente, pode dificultar a tarefa de qualquer jogadora presente no quadro. Um possível embate frente a Mirra Andreeva nos ‘oitavos’ não assusta e, se eliminar a campeã de Roland-Garros, pode encarar de seguida a número um mundial Aryna Sabalenka. Não ficaria admirado se derrotasse a bielorrussa e atingisse pela primeira vez as meias-finais no All England Club.
Marcela Linhares – Karolina Muchova: Acabou de ganhar seu primeiro título na superfície e quero sentir que vai chegar embalada em um torneio que está completamente aberto.
PRIMEIRA TOP 10 A CAIR
José Morgado – Amanda Anisimova: Defronta Keys na terceira ronda, pelo que a escolho por uma questão de coerência.
Pedro Gonçalo Pinto – Amanda Anisimova: não está em boa forma e tem um quadro exigente bem cedo. Não me parece que consiga recuperar a forma que a fez chegar à final no ano passado.
Nuno Chaves– Coco Gauff: até nem tem um mau quadro mas a norte-americana e a relva simplesmente não parecem entender-se. Nunca foi além dos oitavos de final e só jogou nesta superfície, este ano, em Berlim onde perdeu… na estreia.
Rodrigo Caldeira –em atualização
Tomás Almeida –Amanda Anisimova: sim, é verdade. Estou a prever uma prestação muito cinzenta para a vice-campeã de 2025. Arrisco dizer até que a número seis mundial não passa da terceira ronda… Não gostei nada das últimas exibições da tenista norte-americana e, por essa razão, a minha escolha para a principal desilusão da quinzena (ou uma das principais).
Marcela Linhares – Amanda Anisimova: Não queria escolher esse nome porque ela é atual vice, mas temos que nos ater aos fatos e ela não tem tido bons resultados há um tempo. Não sei se vai ser agora que vai voltar a apresentar algo positivo.
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