US Open: Djokovic mantém-se na lista a horas do sorteio apesar de não poder entrar no país

Por José Morgado - August 25, 2022
djokovic-belgrado

Sem competir desde que venceu o seu 21.º título de Grand Slam em Wimbledon, Novak Djokovic não poderá participar na edição de 2022 do US Open. O sérvio de 35 anos optou por não se vacinar e, enquanto cidadão estrangeiro, não poder entrar em solo norte-americano sem ter a vacinação completa. O organismo que define as regras de entrada no país prometeu uma atualização das medidas para esta semana e essa atualização surgiu ao final da noite de quarta-feira, mas não melhorou as condições de acesso de Djokovic.

Apesar de não ter autorização para entrar no país segundo a lei norte-americana, Djokovic ainda não desistiu da lista de inscritos do US Open, uma vez que mantém a esperança que alguma decisão milagrosa possa garantir-lhe a entrada. A decisão do sérvio teve impacto natural na lista do quadro principal e qualifying do último Grand Slam de 2022 e terá também no sorteio do US Open, que se realiza hoje, caso Djokovic se mantenha na lista até lá, como é provável.

Neste momento, Nole é o quinto cabeça-de-série do US Open e essa será a sua posição no quadro se o sérvio se mantiver na lista até lá. Mas nesta altura há quatro cenários distintos em relação aos cabeças-de-série do US Open, consoante o que aconteça com Djokovic e qual seja a sua decisão.

Se Djokovic não desistir e conseguir jogar o torneio: será o 5.º cabeça-de-série como previsto;

Se Djokovic desistir depois do sorteio mas antes da primeira ordem de jogos: Roberto Bautista Agut (17.º CS) assumiria a posição de Djokovic no quadro, Sebastian Baez (33.º) a de Bautista e um lucky loser entraria para o lugar de Baez;

Se Djokovic desistir depois de sair a primeira ordem de jogos (como aconteceu no Australian Open): entra um lucky loser diretamente para o seu lugar e o restante quadro não mexe;

Se Djokovic desistir antes do sorteio (nas próximas horas): Baez sobe a cabeça-de-série e todos os restantes avançam um lugar: Hurkacz passaria a top 8, Bautista a top 16 e Cerundolo top 24.

Apaixonei-me pelo ténis na épica final de Roland Garros 2001 entre Jennifer Capriati e a Kim Clijsters e nunca mais larguei uma modalidade que sempre me pareceu muito especial. O amor pelo jornalismo e pelo ténis foram crescendo lado a lado. Entrei para o Bola Amarela em 2008, ainda antes de ir para a faculdade, e o site nunca mais saiu da minha vida. Trabalhei no Record e desde 2018 pode também ouvir-me a comentar tudo sobre a bolinha amarela na Sport TV. Já tive a honra de fazer a cobertura 'in loco' de três dos quatro Grand Slams (só me falta a Austrália!), do ATP Masters 1000 de Madrid, das Davis Cup Finals, muitas eliminatórias portuguesas na competição e, claro, de 16 (!) edições do Estoril Open. Estou a ficar velho... Email: jose_guerra_morgado@hotmail.com
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