Rune e a receita contra Sinner: «Tenho de ser eu a mandar porque ele não me vai dar nada»

Por Pedro Gonçalo Pinto - Janeiro 18, 2025
Foto: EPA

Holger Rune resistiu a uma batalha duríssima para dar a volta a Miomir Kecmanovic e confirmar o apuramento para os oitavos-de-final do Australian Open. Algo que o deixou extremamente orgulhoso, até porque que tem lutado muito para voltar ao melhor nível.

“Foi uma autêntica montanha russa. Uma loucura. Sofri muito a nível físico desde o início, mas consegui encontrar uma solução quando importava. Subi muito o meu nível quando estava 2-4 no quarto set. Tentei jogar com o que tinha. Não me faltava muito, mas tentei chegar ao meu limite e foi o que fiz. Dei a volta ao encontro e estou muito feliz por isso”, começou por afirmar.

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E o que é preciso fazer para derrotar Jannik Sinner nos oitavos-de-final? “O mais importante é receber umas 10 horas de tratamento nas ilhas pernas e dormir imenso para estar pronto. Sou relativamente otimista em relação à maneira como acabei o encontro. Consegui que a bola andasse muito e é assim que tenho de jogar contra Sinner para ter hipóteses de lhe ganhar. Preciso que as minhas pernas me respondam e jogar da maneira como fiz no quinto set. Tenho de ser eu a mandar porque ele não me vai dar nada”, rematou.

O ténis entrou na minha vida no momento em que comecei a jogar aos 7 anos. E a ligação com o jornalismo chegou no momento em que, ainda no primeiro ano de faculdade, me juntei ao Bola Amarela. O caminho seguiu com quase nove anos no Jornal Record, com o qual continuo a colaborar mesmo depois de sair no início de 2022, num percurso que teve um Mundial de futebol e vários Europeus. Um ano antes, deu-se o regresso ao Bola Amarela, sendo que sou comentador - de ténis, claro está - na Sport TV desde 2016. Jornalismo e ténis. Sempre juntos. Email: pedropinto@bolamarela.pt