Raducanu: «Há três semanas estávamos a brincar a dizer que ia cá ficar o tempo todo…»

Por Pedro Gonçalo Pinto - September 11, 2021

O conto de fadas de Emma Raducanu tornou-se mesmo realidade, ao conquistar o US Open. Tornou-se na primeira qualifier na história a vencer um título do Grand Slam, ao bater Leylah Fernandez numa final altamente improvável, garantindo que o circuito feminino está mais aberto do que nunca.

“Há uma profundidade enorme agora no circuito feminino. Todas as jogadoras em cada quadro podem ganhar qualquer torneio! Espero que a nova geração siga os passos das lendas, como a Billie Jean, que está aqui”afirmou, no discurso ainda no Arthur Ashe Stadium. “Há três semanas estávamos a brincar a dizer que ia cá ficar o tempo todo”, apontou.

Certo é que o público de Nova Iorque mereceu palavras especiais. Obrigado a toda a gente de Nova Iorque porque me fizeram sentir tão em casa desde o meu primeiro jogo do qualifying até à final. Ajudaram-me em muitos momentos difíceis”, destacou, deixando elogios também a Fernandez. “Quero dar os parabéns à Leylah e à equipa. Jogou ténis incrível e bateu das melhores jogadoras do mundo. Foi um encontro muito difícil. Espero que nos defrontemos em muito mais torneios e finais”, referiu.

Além de garantir que o apoio de lendas britânicas deu “crença de que podia mesmo chegar até aqui”, Raducanu lembrou os pontos de break que salvou no jogo em que acabou por fechar o encontro. “Leylah vai sempre jogar grande ténis e lutar. É a competidora que ela é e por isso é que estava na final. Sabia que tinha de ir bem fundo. Caí e achei que isso me ia tirar a confiança. Estava a rezar para não fazer uma dupla falta! Saí daí, fiquei concentrada no momento e no processo. Isso ajuda muito nos momentos difíceis”, rematou.

https:\/\/bolamarela.pt//bolamarela.pt//bolamarela.pt/emma-zing-raducanu-vence-us-open-vinda-do-qualifying-aos-18-anos-e-sem-perder-sets/

O ténis entrou na minha vida no momento em que comecei a jogar aos 7 anos. E a ligação com o jornalismo chegou no momento em que, ainda no primeiro ano de faculdade, me juntei ao Bola Amarela. O caminho seguiu com quase nove anos no Jornal Record, com o qual continuo a colaborar mesmo depois de sair no início de 2022, num percurso que teve um Mundial de futebol e vários Europeus. Um ano antes, deu-se o regresso ao Bola Amarela, sendo que sou comentador - de ténis, claro está - na Sport TV desde 2016. Jornalismo e ténis. Sempre juntos. Email: pedropinto@bolamarela.pt
Bola Amarela
Privacy Overview

This website uses cookies so that we can provide you with the best user experience possible. Cookie information is stored in your browser and performs functions such as recognising you when you return to our website and helping our team to understand which sections of the website you find most interesting and useful.