Musetti: «Federer é o meu ídolo mas Djokovic surpreendeu-me»

Por José Morgado - May 28, 2020
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Lorenzo Musetti é um dos protagonistas da nova e impressionante onda de jovens talentos italianos que está a atacar o circuito nos últimos meses. Com apenas 18 anos e já dentro do top 300 ATP, o antigo número um mundial de juniores e campeão do Australian Open sub-18 em 2019 é mais um dos jogadores afetados pela pandemia, que matou mais de 30 mil pessoas em Itália (só Estados Unidos e Reino Unido têm mais vítimas mortais).

Tenho a sorte de já estar a treinar com o Alessandro Giannessi há alguns dias em San Benedetto. Estamos a fazer um excelente trabalho e a adaptar-mo-nos muito bem a esta situação. Mantemos as distâncias e aquilo que estamos a trabalhar mais é o controlo da resistência, movimentação e fadiga. Os primeiros dias foram muito difíceis e senti-me muito estranho a cada jogada para acertar a bola. Pouco a pouco eu estou a recuperar o ritmo”, revelou em declarações ao site ‘UbiTennis’.

O transalpino confessou que Roger Federer é o seu ídolo, mas que ficou surpreendido com outro grande campeão. “Treinei com vários jogadores de topo e foi uma experiência inesquecível. Joguei uma hora com o Djokovic e Medvedev, em que aprendi muitas coisas. Com Federer, foi um aquecimento. Não fizemos nenhum ponto ou exercício específico, mas mantenho que o Roger Federer é o melhor tenista de todos os tempos. É o meu ídolo. Mas, para ser sincero, o jogador que mais me impressionou a treinar foi o Novak Djokovic. Medvedev, por outro lado, é um jogador muito particular e é muito sólido no fundo do campo. Não tem tanta velocidade de bola, mas complica muito a cada ponto. Foi uma honra ter batido com essas três grandes estrelas”.

Apaixonei-me pelo ténis na épica final de Roland Garros 2001 entre Jennifer Capriati e a Kim Clijsters e nunca mais larguei uma modalidade que sempre me pareceu muito especial. O amor pelo jornalismo e pelo ténis foram crescendo lado a lado. Entrei para o Bola Amarela em 2008, ainda antes de ir para a faculdade, e o site nunca mais saiu da minha vida. Trabalhei no Record e desde 2018 pode também ouvir-me a comentar tudo sobre a bolinha amarela na Sport TV. Já tive a honra de fazer a cobertura 'in loco' de três dos quatro Grand Slams (só me falta a Austrália!), do ATP Masters 1000 de Madrid, das Davis Cup Finals, muitas eliminatórias portuguesas na competição e, claro, de 16 (!) edições do Estoril Open. Estou a ficar velho... Email: jose_guerra_morgado@hotmail.com
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