Gauff supera Badosa e ganha confiança: «Foi uma grande injeção»

Por Pedro Gonçalo Pinto - September 4, 2026
Foto: EPA

Coco Gauff ultrapassou Paula Badosa na segunda ronda do US Open, por 6-4 e 7-6(5), num encontro exigente que deixou a norte-americana satisfeita com a forma como respondeu aos momentos mais complicados.

“Foi um jogo de um nível muito alto. Foi realmente duro. Obviamente, a Paula é uma jogadora contra quem já tivemos várias batalhas no passado, por isso sabia que hoje ia ser complicado. Estou simplesmente feliz por ter conseguido”, afirmou Gauff no final do encontro. A campeã de 2023 reconheceu ainda que este tipo de vitória pode ter um peso importante na sua campanha: “Para mim, é um bom reforço de confiança saber que consigo superar este tipo de jogos. O que aconteceu hoje foi uma grande injeção de confiança”.

A norte-americana voltou a destacar o serviço como uma das principais diferenças no seu jogo face à temporada passada. “Passar de fazer mais de 20 duplas faltas por jogo para talvez fazer seis é uma diferença enorme”, explicou Gauff, que acredita também ter evoluído no golpe de direita. “A minha direita melhorou muito e ainda tem margem para continuar a melhorar. Saber que ainda tenho um teto tão alto nas coisas que quero fazer também me dá confiança para o futuro”. Apesar de Badosa lhe ter quebrado o serviço por duas vezes, Gauff mostrou uma atitude diferente perante a adversidade: “Agora sou capaz de deixar essas coisas passar. Sinto-me muito mais relaxada nestes momentos”.

A vitória também voltou a colocar Gauff na discussão pelo número um mundial, mas a americana garante que esse não é o seu principal objetivo. “Nunca pensei em ser número um. Sempre tive uma mentalidade de Grand Slams. Seria ótimo ser número um, mas, sinceramente, não é algo em que tenha pensado muito. Estou mais focada em ganhar Grand Slams, porque no final é disso que as pessoas mais falam durante a carreira. Se ganhares Grand Slams, o ranking chegará”.

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O ténis entrou na minha vida no momento em que comecei a jogar aos 7 anos. E a ligação com o jornalismo chegou no momento em que, ainda no primeiro ano de faculdade, me juntei ao Bola Amarela. O caminho seguiu com quase nove anos no Jornal Record, com o qual continuo a colaborar mesmo depois de sair no início de 2022, num percurso que teve um Mundial de futebol e vários Europeus. Um ano antes, deu-se o regresso ao Bola Amarela, sendo que sou comentador - de ténis, claro está - na Sport TV desde 2016. Jornalismo e ténis. Sempre juntos. Email: pedropinto@bolamarela.pt
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