Nadal lamenta ausência de Djokovic no US Open: «É triste»

Por José Morgado - August 26, 2022

Rafael Nadal passou esta sexta-feira pela sala de imprensa do US Open para admitir que o Grand Slam norte-americano sem Novak Djokovic, um dos seus maiores rivais e detentor de 21 títulos de Grand Slam (Rafa tem mais um numa luta que está acesa…), não é a mesma coisa, ainda que assuma que o ténis é maior do que qualquer jogador.

AUSÊNCIA DE DJOKOVIC

“Já sabíamos há muito tempo que Novak não seria poderia jogar se as coisas não mudassem. Do meu ponto de vista, é triste que o Novak não esteja aqui. É uma pena que os melhores não possam jogar um torneio devido a lesões ou outros motivos. Neste caso, o facto de um dos melhores da história não estar cá é uma grande perda. É difícil para todos, para o torneio, para os adeptos e para nós, porque queremos o melhor quadro possível. Por outro lado, como já disse outras vezes, o desporto é muito maior do que qualquer jogador. Também perdi muitos torneios. Há dois anos que não vinha cá. O torneio continua. O mundo continua a girar. O mundo continuará depois de mim, do Novak ou do Roger. A cada ano haverá um campeão diferente. A nível pessoal, lamento que ele não possa estar aqui.”

COMO ESTÁ A LESÃO ABDOMINAL?

“Tem sido difícil lidar com ela, especialmente porque é muito perigoso. Quando tens uma lesão como esta, corres o risco de a piorar por causa do serviço. É necessário encontrar flexibilidade novamente e no início não é fácil. Existe o risco de reabrir a rotura, pois a área não é tão flexível quanto antes. Em Cincinnati estava um pouco mais relaxado, também nos treinos. Tentei dar o meu melhor contra o Coric sem forçar muito o serviço, mas lutei até ao final. Aqui, estou a fazer o melhor que posso para estar preparado. Espero ser competitivo.”

COMO SE SENTE

“Feliz por estar de volta. Não vinha cá desde 2019 e este é um dos sítios mais importantes da minha carreira. É uma emoção grande poder voltar a lutar por este título”.

Apaixonei-me pelo ténis na épica final de Roland Garros 2001 entre Jennifer Capriati e a Kim Clijsters e nunca mais larguei uma modalidade que sempre me pareceu muito especial. O amor pelo jornalismo e pelo ténis foram crescendo lado a lado. Entrei para o Bola Amarela em 2008, ainda antes de ir para a faculdade, e o site nunca mais saiu da minha vida. Trabalhei no Record e desde 2018 pode também ouvir-me a comentar tudo sobre a bolinha amarela na Sport TV. Já tive a honra de fazer a cobertura 'in loco' de três dos quatro Grand Slams (só me falta a Austrália!), do ATP Masters 1000 de Madrid, das Davis Cup Finals, muitas eliminatórias portuguesas na competição e, claro, de 16 (!) edições do Estoril Open. Estou a ficar velho... Email: jose_guerra_morgado@hotmail.com
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