Marcelo Melo conta como foi ser vizinho de Federer em Wimbledon

Quando se viu na condição de vizinho de Roger Federer em Wimbledon, Marcelo Melo estava longe de imaginar que dali a duas semanas teria mais em comum com o campeoníssimo suíço do que uma parede dos balneários: o título de campeão. Talvez por isso, fez por aproveitar os momentos em que o seu vizinho estava por casa.

Contou Melo à imprensa brasileira que as conversas com Federer eram sempre de grande descontração. “O Federer estava no balneário ao lado do meu e cruzámo-nos quase todos dos dias. Ele acompanha muito os pares, conversávamos quase sempre e até fazíamos umas apostas na brincadeira”.

Apostas, revela, que chegaram a envolver um dos encontros mais aguardados do Grand Slam inglês. “Na final feminina, ele disse que a Muguruza ia ganhar e eu disse que ganhava a Venus”. A brincadeira saiu melhor a Federer, mas, mais a sério, o mineiro de 33 anos ficou tudo menos a perder.

“Quando me qualifiquei para a final, ele deu-me os parabéns. Foi muito porreiro. No jantar dos jogadores fez questão de dar os parabéns a todos os que estavam lá. Foi ótimo ter vencido no mesmo ano que ele. É um tipo querido por toda a gente e, para mim, é a melhor figura possível para representar o ténis”, elogiou o número um de pares, que define o Open dos Estados Unidos e a classificação para o ATP Wolrd Tour Finals, em Londres, como próximos objetivos.

Sobre o autor
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Descobriu o que era isto das raquetes apenas na adolescência, mas a química foi tanta que a paixão se mantém assolapada até hoje. Pelo meio ficou uma licenciatura em Jornalismo na Escola Superior de Educação de Viseu e um Secundário dignamente enriquecido por cadernos cujas capas ostentavam recortes de jornais de Lleyton Hewitt. Entretanto ganhou (algum) juízo, um inexplicável fascínio por esquerdas paralelas a duas mãos e um lugar no Bola Amarela. A escrever por aqui desde dezembro de 2013.

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