Sinner: «Vencer Djokovic é um dos maiores desafios do ténis»
Depois de ultrapassar mais um obstáculo, a meta começa a aproximar-se mas Jannik Sinner, se quiser chegar à terceira final seguida no Australian Open, terá de bater Novak Djokovic.
O italiano venceu os últimos cinco encontros oficiais frente ao sérvio, no entanto, em conferência de imprensa, não teve dúvidas na hora de dizer que bater Nole é um dos desafios mais difíceis da modalidade.
VITÓRIA FRENTE A DJOKOVIC HÁ DOIS ANOS EM MELBOURNE MUDOU TUDO
Quando dás o passo em frente numa final de Grand Slam e ganhas contra o Novak, sim, isso muda tudo um pouco. Ao mesmo tempo, tens de o fazer repetidamente. É muito difícil. Vencer o Djokovic é um dos maiores desafios no ténis. Muitas coisas mudaram, mas eu, pessoalmente, continuo a ser o mesmo.
DIFERENÇA ENTRE SINNER E ALCARAZ PARA O RESTO
Só posso falar do meu ponto de vista e sou alguém que não se foca nisso. Encontro-me nas meias-finais e tive de superar desafios muito difíceis. Todos os dias e em todos os jogos, nunca subestimamos o adversário. Sabemos que temos de maximizar o nosso potencial e nem sempre consegues mostrar 100%, e isso é normal. Sou alguém que vive muito no momento presente. A temporada é longa. Muitas coisas podem mudar. Há grandes jogadores a emergir. O Novak continua aqui, e o Zverev está a jogar um ténis de alto nível.
NÍVEL DE DJOKOVIC AOS 38 ANOS
“O nível a que ele continua a jogar… acho que é o atleta mais profissional que temos aqui no balneário. Eu também tento ser o mais profissional possível. Obviamente, ele tem uma grande experiência consigo próprio. Vês isso em campo e ele sabe como lidar com cada situação da melhor forma possível. Eu, como jovem de 24 anos, tenho a sorte de ter alguém como ele como referência e espero poder aprender alguma coisa. Sinto que todos os dias, cada vez que joga, posso aprender algo com ele, com o Carlos, com todos os outros grandes jogadores. Encaro isso como algo positivo. Acho que a forma como joga, a forma como se movimenta, se não fores profissional, não jogas a este nível. É uma inspiração para todos nós e especialmente para os mais jovens.
Leia também:
- — Alcaraz nas meias-finais do Australian Open pela primeira vez após despachar De Minaur
- — Rybakina passa por Pegula e reencontra Sabalenka na final do Australian Open
- — Ténis sob vigilância: WTA reage à exposição excessiva das atletas
