Sinner: «Nem sempre é possível ganhar facilmente»

Por José Morgado - September 1, 2025

Nem sempre é possível ganhar com facilidade, mesmo para o número um do mundo. Que o diga Jannik Sinner, que este sábado sentiu enormes dificuldades para ultrapassar Denis Shapovalov na terceira ronda do US Open 2025. O canadiano entrou forte, venceu o primeiro set e até ameaçou surpreender novamente, mas o campeão em título reagiu a tempo e garantiu o apuramento para os oitavos de final.

Na conferência de imprensa, o italiano admitiu que era natural ter um encontro tão duro. “É normal encontrar-se com um jogo assim, nem sempre podes vencer com um resultado fácil, cada encontro tem as suas complicações. Cada dia é um desafio e depois há jogadores com qualidades especiais, como o Denis. Quando serve bem é incrível, mas também tem pancadas muito limpas no fundo do court. Está fisicamente forte, tem tudo para magoar. Hoje o marcador esteve contra mim em vários momentos, tentei manter-me firme mentalmente e estou feliz por ter conseguido vencer. Foi uma vitória muito importante”, destacou.

Sobre a defesa do título, Sinner preferiu relativizar. “Não penso em defender o troféu, concentro-me em ir dia a dia. Cada jornada traz um adversário duro. O que procuro é jogar o meu melhor ténis possível, este é um caminho longo. Agora posso dizer que estou perto da segunda semana, o que já é um grande resultado, depois veremos o que acontece. Treino para este tipo de jogos, para momentos difíceis em que é preciso encontrar soluções”, explicou.

O italiano também falou sobre os possíveis adversários da quarta ronda. “Paul ainda tem de jogar, e o Bublik também merece respeito. O Tommy é muito rápido e com o público do lado dele será duro. Já o Bublik é imprevisível, grande servidor, e até me venceu na relva este ano. Qualquer que seja o adversário será uma grande batalha”, concluiu.

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Apaixonei-me pelo ténis na épica final de Roland Garros 2001 entre Jennifer Capriati e a Kim Clijsters e nunca mais larguei uma modalidade que sempre me pareceu muito especial. O amor pelo jornalismo e pelo ténis foram crescendo lado a lado. Entrei para o Bola Amarela em 2008, ainda antes de ir para a faculdade, e o site nunca mais saiu da minha vida. Trabalhei no Record e desde 2018 pode também ouvir-me a comentar tudo sobre a bolinha amarela na Sport TV. Já tive a honra de fazer a cobertura 'in loco' de três dos quatro Grand Slams (só me falta a Austrália!), do ATP Masters 1000 de Madrid, das Davis Cup Finals, muitas eliminatórias portuguesas na competição e, claro, de 16 (!) edições do Estoril Open. Estou a ficar velho... Email: jose_guerra_morgado@hotmail.com
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