Schwartzman põe em causa a sua carreira: «Não me sobra muito no depósito»

Por José Morgado - Fevereiro 14, 2024
schwartzman buenos aires
Ezequiel Sambresqui/IEB+ Argentina Open

Diego Schwarzman, ex-top 10 mundial, vive aos 31 anos o pior momento da sua carreira. Fora do top 100 ATP, o melhor jogador argentino da última meia-dúzia de anos caiu na primeira ronda dos dois torneios ATP do seu país — Córdoba e Buenos Aires — e no final do encontro admitiu que a motivação para continuar… é cada vez menor.

“É triste ir-me embora de Buenos Aires na primeira ronda pelo segundo ano seguido, especialmente depois de jogar tantas finais aqui. Veremos até onde posso arrastar-me desta maneira. Neste momento não me resta muita gasolina no depósito. Não estou a conseguir desfrutar, nem vencer e assim fica complicado”, confessou em conferência de imprensa após o encontro.

Schwartzman acredita durante um set mas cai com estrondo em Buenos Aires

O argentino vai agora mudar de superfície, já que recebeu um wild card para marcar presença no ATP 250 de Los Cabos, na próximo.

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Apaixonei-me pelo ténis na épica final de Roland Garros 2001 entre Jennifer Capriati e a Kim Clijsters e nunca mais larguei uma modalidade que sempre me pareceu muito especial. O amor pelo jornalismo e pelo ténis foram crescendo lado a lado. Entrei para o Bola Amarela em 2008, ainda antes de ir para a faculdade, e o site nunca mais saiu da minha vida. Trabalhei no Record e desde 2018 pode também ouvir-me a comentar tudo sobre a bolinha amarela na Sport TV. Já tive a honra de fazer a cobertura 'in loco' de três dos quatro Grand Slams (só me falta a Austrália!), do ATP Masters 1000 de Madrid, das Davis Cup Finals, muitas eliminatórias portuguesas na competição e, claro, de 13 (!) edições do Estoril Open. Estou a ficar velho... Email: josemorgado@bolamarela.pt