Sabalenka respira de alívio no US Open: «Estava desesperada por ter uma vitória destas»
Aryna Sabalenka está de volta à final do US Open e, desta vez, com uma sensação especial de alívio. A bielorrussa deixou pelo caminho Jessica Pegula nas meias-finais e admitiu, depois do encontro, que precisava desesperadamente de uma exibição deste nível.
NOVA FINAL NO US OPEN
Estou superfeliz por ter conseguido jogar a este nível, sobretudo contra a Jess. Nos nossos últimos encontros, ela conseguiu levar-me ao limite e é sempre muito difícil conseguir uma vitória contra ela. Conseguir ganhar em dois sets surpreendeu-me verdadeiramente. Estou muito feliz. Sim, estava quase desesperada por conseguir uma vitória destas. Sofri derrotas muito duras contra a Jess na relva e não joguei bem durante uma parte da época.
IMPORTÂNCIA DO TÍTULO
De certa forma, sinto que estou perante o último grande esforço do ano em termos de Grand Slams. Precisava de chegar à final e, claro, quero chegar até ao fim. A mentalidade era simples: estava preparada. Estou preparada para fazer tudo o que for necessário para conseguir a vitória.
PODE GANHAR O TÍTULO… E MESMO ASSIM PERDE O NÚMERO UM
Não é algo que me importe. Brincadeiras à parte, compreendo perfeitamente como é difícil chegar ao número um do mundo. Dá muito trabalho e, sim, sempre foi um dos meus objetivos. Neste momento não há muito que possa fazer em relação a isso. Não fiz as coisas bem a meio da época. A Elena conquistou o primeiro lugar e jogou muito bem. Só posso concentrar-me em mim, manter-me no presente e tentar dar o meu melhor agora, para que a luta seja o mais equilibrada possível e eu possa recuperar o número um. Sim, é um pouco estranho. Podes fazer um torneio incrível e, ainda assim, ver alguém tirar-te o número um. Está tudo bem. É desporto. É algo que adoro. Essa é a beleza do desporto: toda a gente persegue toda a gente e o mais importante são as pequenas coisas, os detalhes que vais melhorando e que fazem de ti uma pessoa melhor.
PRONTA PARA O GOLPE FINAL
Vou manter as mesmas rotinas de sempre. Nos últimos dois meses aprendi a silenciar todo o ruído que vem de fora. Esse é o significado de todas aquelas derrotas muito duras: aprender a manter-me concentrada em mim própria e a esquecer o ruído exterior. Parece simples, mas muitas vezes não é nada fácil. Nada vai mudar para mim.
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