Sabalenka quer jogar pares com Djokovic: «Talvez joguemos no US Open»

Por José Morgado - Janeiro 26, 2026

Aryna Sabalenka continua a confirmar o estatuto de grande favorita no Open da Austrália 2026. A número um mundial qualificou-se para os quartos de final sem perder qualquer set, após nova vitória segura frente a Victoria Mboko, reforçando a ideia de que atravessa um momento de enorme confiança e estabilidade competitiva.

No entanto, foi fora do court que a bielorrussa acabou por gerar maior atenção mediática. Em conferência de imprensa, Sabalenka comentou a possibilidade de formar uma dupla de pares mistos com Novak Djokovic no US Open desta temporada, deixando a porta claramente aberta — ainda que em tom descontraído.

“Talvez joguemos juntos no US Open deste ano”, afirmou entre risos. “Ainda estou à espera daquela mensagem longa da parte dele, a dizer como gostaria de jogar comigo e que sou a sua parceira de sonho”, acrescentou, antes de concluir: “Para já, ainda não chegou nada, por isso não sei… talvez nunca joguemos juntos”.

As declarações reacenderam o interesse em torno de uma eventual parceria entre duas das maiores figuras do ténis atual, num formato que tem vindo a ganhar visibilidade nos Grand Slams. A simples hipótese de ver Djokovic e Sabalenka juntos em campo tem já entusiasmado adeptos e analistas.

Sobre o encontro com Mboko, Sabalenka reconheceu dificuldades pontuais no segundo set, mas destacou a forma como conseguiu manter o controlo. “Foi uma grande luta e estou muito feliz por ter fechado o jogo em sets diretos”, afirmou.

Antes de defrontar Iva Jovic nos quartos de final, Sabalenka mantém o foco no objetivo maior em Melbourne, mas admite que a ideia de partilhar o court com Djokovic, mesmo em pares mistos, seria especial. Para já, a bola está do lado do sérvio.

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Apaixonei-me pelo ténis na épica final de Roland Garros 2001 entre Jennifer Capriati e a Kim Clijsters e nunca mais larguei uma modalidade que sempre me pareceu muito especial. O amor pelo jornalismo e pelo ténis foram crescendo lado a lado. Entrei para o Bola Amarela em 2008, ainda antes de ir para a faculdade, e o site nunca mais saiu da minha vida. Trabalhei no Record e desde 2018 pode também ouvir-me a comentar tudo sobre a bolinha amarela na Sport TV. Já tive a honra de fazer a cobertura 'in loco' de três dos quatro Grand Slams (só me falta a Austrália!), do ATP Masters 1000 de Madrid, das Davis Cup Finals, muitas eliminatórias portuguesas na competição e, claro, de 16 (!) edições do Estoril Open. Estou a ficar velho... Email: jose_guerra_morgado@hotmail.com