Raducanu reencontra treinador do título do US Open e procura estabilidade em Paris

Por José Morgado - May 22, 2026
Raducanu-Richardson

PARIS. FRANÇA. Emma Raducanu mostrou-se satisfeita com o momento que atravessa antes do arranque de Roland Garros, destacando a recuperação física e o regresso da parceria com Andrew Richardson, treinador com quem conquistou o histórico US Open de 2021.

A britânica garantiu que chega a Paris com sensações positivas e confiante para o segundo Grand Slam da temporada. “É uma sensação incrível estar de volta a um Grand Slam. Estou satisfeita com a forma como estou a abordar este torneio”, afirmou.

Raducanu revelou ainda a importância de voltar a trabalhar com Richardson, uma figura em quem deposita total confiança. “É alguém que conheço há muito tempo. Temos uma excelente química e isso já era evidente quando trabalhámos juntos. Queria regressar de uma forma muito autêntica. Enviei-lhe uma mensagem e foi ótimo voltarmos a falar”, explicou.

A antiga campeã do US Open admitiu que os últimos anos lhe trouxeram importantes aprendizagens, sobretudo na escolha das pessoas que a rodeiam. “Tudo mudou muito depressa depois do US Open. Sentia que estava a ser puxada para todo o lado e nem sempre tinha controlo da situação”, recordou.

Questionada sobre a decisão de não ter mantido Richardson após o triunfo em Nova Iorque, Raducanu evitou arrependimentos, mas reconheceu o valor das experiências vividas. “Os últimos anos ensinaram-me muito sobre aquilo que não queria. Percebi que valorizo acima de tudo ter ao meu lado pessoas em quem confio e com quem tenho ligação”, sublinhou.

Fisicamente, a britânica acredita estar num momento muito mais favorável. “Sinto-me muito melhor. Fiz um encontro muito positivo em Estrasburgo e estou feliz por continuar a construir a partir daí”, concluiu.

Apaixonei-me pelo ténis na épica final de Roland Garros 2001 entre Jennifer Capriati e a Kim Clijsters e nunca mais larguei uma modalidade que sempre me pareceu muito especial. O amor pelo jornalismo e pelo ténis foram crescendo lado a lado. Entrei para o Bola Amarela em 2008, ainda antes de ir para a faculdade, e o site nunca mais saiu da minha vida. Trabalhei no Record e desde 2018 pode também ouvir-me a comentar tudo sobre a bolinha amarela na Sport TV. Já tive a honra de fazer a cobertura 'in loco' de três dos quatro Grand Slams (só me falta a Austrália!), do ATP Masters 1000 de Madrid, das Davis Cup Finals, muitas eliminatórias portuguesas na competição e, claro, de 16 (!) edições do Estoril Open. Estou a ficar velho... Email: jose_guerra_morgado@hotmail.com
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