Ostapenko sabe o que tem de melhorar: «75% do ténis é mental, está tudo na cabeça»

Por Pedro Gonçalo Pinto - April 2, 2026

Corria o ano de 2017 quando uma jovem tenista da Letónia tomou Roland Garros de rompante e conquistou o título. Jelena Ostapenko tem esse como o seu único troféu do Grand Slam até ao momento, mas continua a sonhar e dá a receita a si mesma para, antes de mais, voltar ao top 10 e, quem sabe, lançar a outra grande conquista.

“Quero ser mais consistente, especialmente nos grandes torneios. 75% do ténis é mental, está tudo na cabeça. Podes jogar incrível nos treinos e depois não ganhar encontros”, começou por explicar, em entrevista ao site do Australian Open.

Ostapenko falou ainda sobre a sua personalidade muito própria e por vezes explosiva no court. “Sai-me de forma natural. Sou assim e não tento ser alguém que as pessoas querem que seja. Às vezes pode ser demasiado, mas se guardar tudo cá dentro vou explodir. As pessoas que me entendem gostam porque sou eu mesma”, comentou.

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O ténis entrou na minha vida no momento em que comecei a jogar aos 7 anos. E a ligação com o jornalismo chegou no momento em que, ainda no primeiro ano de faculdade, me juntei ao Bola Amarela. O caminho seguiu com quase nove anos no Jornal Record, com o qual continuo a colaborar mesmo depois de sair no início de 2022, num percurso que teve um Mundial de futebol e vários Europeus. Um ano antes, deu-se o regresso ao Bola Amarela, sendo que sou comentador - de ténis, claro está - na Sport TV desde 2016. Jornalismo e ténis. Sempre juntos. Email: pedropinto@bolamarela.pt
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