Mia Pohánková salva match-points e completa reviravolta épica no Porto

Por Tomás Almeida - September 25, 2026

Mia Pohánková saiu por cima de uma batalha épica no Eupago Porto Open e foi a última jogadora a carimbar a vaga no elenco das meias-finais.

A menos de um mês de cumprir 18 anos de idade, a tenista eslovaca já garantiu a entrada no top 200 mundial com a tremenda vitória alcançada na jornada desta sexta-feira em território luso.

Pohánková foi protagonista da maior reviravolta da semana no WTA 125 do Porto, ao virar de 3-6, 3-5 abaixo e salvar dois match-points para vencer dez dos últimos onze jogos do encontro contra a britânica Katie Swan (atual 208.°). A jogadora dos Balcãs fez-se valer do maior sucesso no aproveitamento dos break-points.

Esta é quarta vez na temporada que Mia Pohánková segue para as meias-finais de um torneio do circuito profissional, mas apenas a segunda na categoria WTA 125 — ambas alcançadas em Portugal.

Maria Timofeeva e Sinja Kraus (respetivamente, 1.° e 2.° pré-designadas) também avançaram no quadro, mas em moldes bem diferentes.

A tenista uzbeque continua sem saber o que é perder sets na Invicta e venceu pela 15.° vez consecutiva no nosso país (títulos no W100 da Figueira da Foz e no W75 da Quinta do Lago em 2025), ao eliminar, desta feita, Gabriela Knutson, atual 163.° e finalista das Caldas da Rainha há menos de uma semana, por 6-1 e 6-2 em 1h13.

Já Kraus teve de trabalhar muito mais para levar de vencida a irreverente Elena Malygina (285.°), naquele que foi o duelo mais longo da jornada e que ficou fechado a favor da austríaca com os parciais de 6-7(5), 6-3 e 6-4 ao cabo de mais de três horas.

Com isto, estão definidas as meias-finais. Timofeeva encara Mia Pohánková, ao passo que Resse Brantmeier, responsável pelo afastamento de Angelina Voloshchuk, mede forças com Kraus. Isto promete!

Tudo para acompanhar a partir das 11h deste sábado no Court Central do Complexo Desportivo do Monte Aventino.

Não esquecer que as irmãs Jorge fecham o dia com a final de pares diante das canadiana Ariana Arseneault e Raphaelle Lacasse.

A minha paixão pelo ténis começou aos 10 anos e desde então tem crescido dia após dia. Já deixou de ser um mero desporto para mim, enquanto consumidor de tudo um pouco, ... bem, talvez nunca tenha sido... Estou aqui para continuar a ser surpreendido e a aprender com algo único e incomparável como o ténis. Hoje em dia não me consigo imaginar a viver sem a bola amarela no canto do olho. Quero seguir neste mundo e fazer dele o meu futuro, crescendo com todas as aprendizagens adquiridas a partir de valiosas experiências. Continuem desse lado!
Bola Amarela
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