Jódar sem desculpas em Montreal: «As derrotas também ajudam a evoluir»
Rafael Jódar despediu-se do Masters 1000 de Montreal nas meias-finais, travado por Brandon Nakashima, mas saiu do Canadá com a convicção de que deu mais um passo importante na sua afirmação no circuito. Aos 19 anos, o espanhol alcançou pela primeira vez as meias-finais de um torneio desta categoria, depois de eliminar jogadores como Lorenzo Musetti, Jiri Lehecka e Arthur Fils.
“Joguei quatro encontros aqui em Montreal, por isso há muitas coisas positivas que posso retirar desta semana. Agora é seguir em frente, porque o circuito continua e os torneios também”, começou por dizer, ele que vai passar a ocupar o 11.º lugar do ranking ATP.
O espanhol reconheceu que não esteve ao seu melhor nível, mas fez questão de atribuir mérito ao adversário: “É evidente que não joguei o meu melhor ténis, mas ele também jogou bem. Há que dar-lhe mérito porque jogou melhor do que eu, especialmente nos pontos importantes do encontro, e essa é uma das razões pelas quais ganhou.”
Questionado sobre o cansaço, Jódar foi igualmente direto. “Não, não foi por isso. Senti-me bem e tentei jogar o meu jogo durante todo o encontro, mas não saiu como queria. Vou tentar não cometer os mesmos erros da próxima vez. Tenho a certeza de que este encontro me vai ajudar a desenvolver-me. Acho que as derrotas também ajudam os jogadores a evoluir”, rematou.
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