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Humbert já acredita que pode brilhar em terra batida com a ‘ajuda’ de… Nadal

Noutros tempos, Ugo Humbert estaria a entrar numa fase quase depressiva da temporada. É que o tenista francês, atual número 20 do ranking ATP, nunca escondeu o quase ódio que sentia pela terra batida, algo que agora mudou, tal como o próprio reconheceu ao L’Équipe.
“Há dois anos dizia que não me apetecia porque quando era jovem diziam-me que esta superfície não era boa para mim. Tinha uma esquerda plana e as pessoas diziam que tinha de dar efeito e jogar mais alto. Em terra batida há que pensar muito mais em ângulos e efeitos, o jogo é mais lento e tens de te proteger. Se estás muito atrás da linha e te defendes com bolas fortes e tensas, que era o que eu fazia, não tens tempo de recuperar no ponto. Antes não entendia bem a tática”, confessou.
Mas agora tudo está diferente com a ‘ajuda’ de… Rafael Nadal e do seu treinador. “Trabalhei muito com Jeremy Chardy, vimos muitos vídeos do Rafa. Foquei-me nos seus movimentos e nas suas zonas de jogo. Depois, no court, tentei identificar as situações que me davam problemas. Sou uma pessoa muito intuitiva e sempre gostei de ira atrás do winner, mas às vezes não faz sentido”, explicou.
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Ainda assim, Humbert garante que mantém o seu ADN em terra batida na mesma. “Não vou mudar o meu estilo de jogo. Continua a ser ofensivo e quando há uma bola curta ataco. Só tenho de ter mais paciência para construir o ponto. Em vez de acabar em duas ou três pancadas, tenho de demorar mais tempo para ter uma bola favorável. No início era difícil porque é preciso pensar muito. Agora é mais natural, sinto-me bem desde o início. Não quero pensar demasiado no passado, estou convencido de que o meu ténis pode resultar nesta superfície”, rematou.
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