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Draper volta inspirado… em Djokovic: «Quero ser como ele»
Jack Draper competiu no ATP Tour pela primeira vez desde o US Open e garantiu um triunfo importante diante de Quentin Halys para avançar no Dubai. Acima de tudo, o britânico mostrou-se feliz por ter superado a contusão óssea no braço esquerdo que o fez ficar parado durante tanto tempo.
“A nível mental o processo não foi fácil. Passas de estar a alcançar objetivos, com adrenalina constante a uma espécie de quase normalidade, com a vida a ir numa velocidade muito mais lenta. Há muito tempo que não estava fora durante tantos meses, então aproveitei esse tempo. Tentei estar agradecido pelo tempo que passei com a família em casa, mas ao mesmo tempo tudo girava à volta de regressar ao court rápido, então estou feliz”, confessou.
Draper explicou o que foi mais duro nesta recuperação. “O mais complicado desta lesão é que não há uma resposta correta aos seus processos. Não é uma rotura abdominal, em que sabes que passam duas ou três semanas e ficas bem. Isto requer meses e meses e nunca sabes quando vais estar a 100 por cento. É difícil manter-me positivo e a olhar para a frente. Muita gente tentou ajudar-me. É preciso usar os altos e baixos como gasolina para ficar mais forte. Quero pensar que sou jovem e que tenho muita carreira pela frente, então é importante não me precipitar”, destacou.
Por outro lado, o número 15 do Mundo explicou quem teve sempre como referência. “Djokovic para mim é o maior de todos os tempos. Nada do que alcance me pode surpreender. É um exemplo de longevidade e grandeza. O facto de ter ganho 10 vezes na Austrália e ter chegado à final à procura da 11.ª é algo inspirador para mim. É uma inspiração, quero ser como ele”, rematou.
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