Djokovic responde aos críticos em Paris: «Para um velho, não está nada mal»
Novak Djokovic voltou a demonstrar que continua a ser uma força a ter em conta no circuito mundial. Aos 39 anos, o sérvio qualificou-se para os oitavos de final do Masters 1000 de Paris, depois de ultrapassar Valentin Vacherot, num encontro bastante disputado, por 6-7(5), 7-5 e 6-1.
Após três anos de ausência da prova parisiense, o antigo número um mundial teve de superar um adversário em grande momento de confiança, mas conseguiu dar a volta ao resultado e garantir a 51.ª vitória no torneio.
Em declarações na conferência de imprensa, Djokovic deixou uma resposta aos que questionam a sua capacidade competitiva devido à idade. “Para um velho, não está nada mal, não é? As pessoas pensam que sou demasiado velho, demasiado lento, mas, de alguma forma, tenho conseguido encontrar maneira de ganhar este tipo de encontros, sobretudo aqueles que se prolongam até ao fim. Continuo aqui, a aguentar e a dar tudo o que posso”, afirmou, em declarações citadas pelo jornal francês L’Équipe.
O sérvio destacou ainda as dificuldades sentidas perante o serviço de Vacherot, considerando que as condições rápidas do court dificultaram as oportunidades de resposta.
Djokovic aproveitou também para elogiar o público francês e confessar o carinho especial que sente por Paris, onde gosta de competir tanto em Roland Garros como no torneio que atualmente se disputa em La Défense.
Nos oitavos de final, terá pela frente o australiano Rinky Hijikata. Apesar de reconhecer as qualidades do próximo adversário, Djokovic mantém a ambição habitual: “Espero ganhar. É sempre essa a minha mentalidade”.
Aos 39 anos, o sérvio continua a provar que ainda não está preparado para sair de cena.
- Categorias:
- ATP World Tour
- ATP World Tour