Djokovic após a estreia vitoriosa: «Com o passar dos anos, tudo fica mais difícil»
Novak Djokovic qualificou-se este domingo para a segunda ronda de Roland Garros, depois de fazer mais história ao tornar-se no jogador com mais presenças em torneios do Grand Slam.
Djokovic bate mais um recorde e apura-se para 2.ª ronda em Roland Garros
O campeoníssimo sérvio, que fez 39 anos na última semana, passou pela sala de conferências de imprensa onde fez a análise ao encontro e reconheceu que a idade dificulta mais as coisas.
RECORDE DE PARTICIPAÇÕES EM GRAND SLAMS
A verdade é que não estou muito atento ao número de participações que levo, mas é um dado fantástico. Uma vez em campo, a realidade é que foi um jogo muito difícil, sobretudo a nível mental. Tive de manter os nervos controlados nos momentos importantes, algo que não consegui fazer no primeiro set.
REAÇÃO APÓS CEDER A PRIMEIRA PARTIDA
Depois as coisas correram muito bem, a partir desse momento fui capaz de antecipar muito melhor os movimentos do meu adversário. Na primeira fase não tive qualquer oportunidade, o serviço do Giovanni é um dos mais impressionantes, em termos de precisão e velocidade, que encontrei na minha carreira. Às vezes só podes esperar e ter sorte, ninguém quer defrontá-lo no torneio, para ser sincero. Se conseguir melhorar alguns aspetos, pode ter um futuro muito brilhante.
39 ANOS DE IDADE
Com o passar dos anos tudo se torna mais difícil, claro. Para mim, provavelmente não é a melhor estratégia vir aqui jogar Roland Garros, onde me esperam este tipo de batalhas em cada ronda. Na verdade, não fazia parte do plano, mas era uma situação que tinha de aceitar devido às circunstâncias, é o que é.
DAR TUDO
Tive de me preparar a fundo para chegar aqui a Paris, um lugar onde sempre tentei vir e onde sempre tentei fazer boa figura. Agora falta ver como o meu corpo reage, mas também tenho de alcançar o nível de jogo que pretendo, embora saiba que isto faz parte do processo.
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