Berretini salva match-points; Rublev agudiza crise e Paul bate Rune em Paris

Por Tomás Almeida - Novembro 3, 2026

Matteo Berrettini (43.º) e Andrey Rublev (22.º), duas das principais estrelas do circuito que entraram em court na jornada desta terça-feira em Paris, tiveram sortes distintas nos respetivos compromissos da eliminatória inaugural do Masters 1000 francês.

O italiano e antigo top 10 mundial precisou de salvar dois match-points no tie-break da terceira e decisiva partida frente a Brandon Nakashima (18.º) e conseguiu finalmente vencer um encontro no torneio parisiense, ao qual regressa este ano pela primeira vez desde 2020. Berrettini garantiu o triunfo com os parciais de 6-4, 3-6 e 7-6(8) ao cabo de sensivelmente duas horas de batalha e marcou encontro com o finalista de 2024 Ugo Humbert na segunda ronda.

Por seu turno, Rublev continua a atravessar um momento difícil e foi afastado logo na estreia pelo argentino Tomas Martin Etcheverry (31.º) por 6-4, 6-7(4) e 7-6(3), agudizando ainda mais a crise de resultados. O russo perdeu pela quinta vez consecutiva e já não vence precisamente há um mês, desde o ATP 500 de Pequim. Etcheverry vai agora encarar o recente finalista de Viena Alex De Minaur.

Os norte-americanos Tommy Paul (14.º) e Learner Tien (19.º) confirmaram o favoritismo na primeira ronda e também seguiram em frente na capital gaulesa.

Paul, um dos jogadores que continua à caça de um lugar de apuramento para as ATP Finals (precisa de final em Paris), derrotou o sempre perigoso e recém regressado Holger Rune, campeão da prova em 2022, por 7-5 e 6-4, num encontro em que pareceu estar sempre sob total controlo das operações. Já Tien superou o lucky-loser paraguaio Adolfo Daniel Vallejo (56.º) — entrou para o lugar do lesionado Stefanos Tsitisipas — com os duros parciais de 6-3, 5-7 e 7-5 em 2h20.

Destaque ainda para as vitórias dos franceses Arthur Rinderknech e Quentin Halys nas primeiras horas desta terça-feira.

A minha paixão pelo ténis começou aos 10 anos e desde então tem crescido dia após dia. Já deixou de ser um mero desporto para mim, enquanto consumidor de tudo um pouco, ... bem, talvez nunca tenha sido... Estou aqui para continuar a ser surpreendido e a aprender com algo único e incomparável como o ténis. Hoje em dia não me consigo imaginar a viver sem a bola amarela no canto do olho. Quero seguir neste mundo e fazer dele o meu futuro, crescendo com todas as aprendizagens adquiridas a partir de valiosas experiências. Continuem desse lado!
Bola Amarela
Privacy Overview

This website uses cookies so that we can provide you with the best user experience possible. Cookie information is stored in your browser and performs functions such as recognising you when you return to our website and helping our team to understand which sections of the website you find most interesting and useful.