Alcaraz revela os três ‘Cs’ pelos quais seguia: cabeça, coração e… ‘cojones’

Por Pedro Gonçalo Pinto - April 2, 2022

Carlos Alcaraz tem mostrado uma maturidade impressionante nos momentos importantes de cada encontro, já com 50 vitórias e a preparar-se, aos 18 anos, para a final do Masters 1000 de Miami. Segue-se Casper Ruud, mas o jovem espanhol foi questionado sobre aquilo em que pensa nesses pontos decisivos. A resposta promete tornar-se viral, já que se trata de um ensinamento curioso do seu avô.

“Lembro-me sempre do que o meu avô mesmo. São os três Cs. Cabeça, coração e ‘cojones’. Esse lema está sempre comigo”, partilhou Alcaraz, na conferência de imprensa após superar Hubert Hurkacz nas meias-finais na Flórida. Refira-se que o espanhol resistiu a dois tie-breaks diante do campeão em título, isto depois de superar Miomir Kecmanovic nos ‘quartos’, num encontro que se resolveu no tie-break do terceiro set.

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O ténis entrou na minha vida no momento em que comecei a jogar aos 7 anos. E a ligação com o jornalismo chegou no momento em que, ainda no primeiro ano de faculdade, me juntei ao Bola Amarela. O caminho seguiu com quase nove anos no Jornal Record, com o qual continuo a colaborar mesmo depois de sair no início de 2022, num percurso que teve um Mundial de futebol e vários Europeus. Um ano antes, deu-se o regresso ao Bola Amarela, sendo que sou comentador - de ténis, claro está - na Sport TV desde 2016. Jornalismo e ténis. Sempre juntos. Email: pedropinto@bolamarela.pt
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