Nakashima e a meia-final em Montreal: «Foi uma meta que estabeleci no início do ano»
Brandon Nakashima é um dos nomes que mais tem chamado a atenção no Masters 1000 de Montreal. O tenista californiano de 25 anos vai jogar pela primeira vez uma meia-final a este nível e só Rafael Jódar o pode impedir de um feito ainda mais extraordinário.
O encontro que irá opôr dois antigos jogadores da Universidade de Virgínia representa a quinta meia-final ATP da temporada para Nakashima. Em jogo estará a presença na maior final da carreira, primeira acima da categoria 250.
PRIMEIRA MEIA-FINAL MASTERS 1000
Estou muito feliz por ter chegado à minha primeira meia-final. Foi uma meta que estabeleci para mim no início do ano, tentar sair-me bem num Masters 1000. Eu sabia que tinha uma boa chance de ir longe e que estava a jogar a um nível muito bom. Estou muito feliz. Todo o trabalho está valer a pena.
SUBIDA DE NÍVEL E CONFIANÇA TRAZIDA DE WASHINGTON
Obviamente, entrei no torneio com muita confiança, especialmente depois de Washington. Sabia que precisava de jogar bem nas primeiras rondas para ter chances de ir longe, e venci algumas partidas apertadas de três sets para chegar até aqui. Estou muito feliz com o meu desempenho hoje [vitória contra Darderi]. O meu serviço e a minha direita estão em ótima forma. É algo em que a minha equipa e eu temos trabalhado bastante. A Acho que o meu nível de confiança está muito alto agora. Mentalmente, entro em court a saber que posso jogar de forma agressiva, e isso dá-me maiores chances de vencer.
MAIOR EXPERIÊNCIA NESTA FASE DA CARREIRA
O meu aniversário foi um dia antes do início do torneio, então, aos 25 anos, sou agora um dos jogadores mais velhos que restam no quadro. É ótimo ver a geração mais jovem em destaque. Ao mesmo tempo, não me sinto um dos jogadores jovens do circuito. Estou no circuito há cinco ou seis anos e definitivamente tenho muita experiência. É ótimo finalmente poder ir longe nestes grandes torneios.
A SENTIR-SE MELHOR DO QUE NUNCA
Tenho me sentido muito bem nestas últimas semanas. Obviamente, foram muitos encontros e muito ténis para mim. Sinto um pouco de dor aqui e ali, e em certos dias um pouco mais cansado, mas no geral o meu corpo está bem. Estou a movimentar-me bem e agora só preciso de me concentrar no próximo desafio.
SOBRE RAFA JÓDAR
É um jogador muito poderoso e explosivo. O Rafa é um grande amigo meu, então tem sido incrível acompanhar a sua ascensão e ver como ele se tornou num dos melhores jogadores do mundo. Está a fazer uma temporada fantástica. Vai ser um encontro muito difícil para mim.
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