Cabral e Borges nas ‘meias’ do Estoril Open: «Resultado mais fácil do que o encontro que foi»
Nuno Borges e Francisco Cabral estão pela terceira vez nas meias finais do Millennium Estoril Open, na vertente de pares e em conferência mostraram-se bastante contentes com a prestação e que continuam muito felizes lado a lado.
TERCEIRA VEZ NAS MEIAS FINAIS DO ESTORIL OPEN
NB: “Sim não pensei no orgulho mas fiquem muito contente com esta vitória. Acho que acabou por ser um resultado mais fácil, do que o jogo realmente foi. Tivemos ali dois ou três jogos de serviço que houve oportunidades de levar break, mas safamo-nos bem e fomos superiores no geral”.
FC: “O nosso objetivo era ganhar, e foi concluído agora é pensar no próximo jogo”.
TÍTULO CADA VEZ MAIS PRÓXIMO
FC: “Acho que seria um erro pensar já no título, amanhã vamos ter um jogo complicado. Se calhar se ganharmos amanhã o título faz todo o sentido, mas pelo menos na minha cabeça neste momento só está o jogo de amanhã”.
VIR A CRESCER COMO DUPLA
FC: “Sim quantos mais jogos, mais nos lembramos dos tempos em jogávamos juntos e as rotinas vão ficando cada vez mais automatizadas. Hoje sem dúvida que jogamos melhor do que na primeira ronda. E espero que amanhã seja melhor que hoje”.
NB: “Da minha parte acho que há alguma coisa que vem com muita ferrugem. De pares não tive assim tantos jogos, e os que tive não foram tão bons. Ajuda puder jogar com ele, estou mais á vontade e alivia um bocado. E acho que quantos mais jogos fizermos melhor”.
Borges e Cabral nas meias-finais do Millennium Estoril Open pela terceira vez
MAIS FÁCIL JOGAR NO COURT CASCAIS
NB: “Não, fácil é jogar com o Francisco ao lado”.
BALANÇO ENTRE OS SINGULARES E OS PARES
NB: “Continua a ser muito importante vencer jogos nos pares. Eram as duas vitórias muito importantes e queria-me manter aqui no Estoril. De certa maneira cumpri meio objetivo, de cabeça fria continua a ser uma prestação de singulares muito fraca, ou muito á quem daquilo que queria ter jogado. Mas hoje acho que já me encontrei mais em campo, estar com alguém ao lado, partilhar amizade e estar com alguém ao lado no court, é um ambiente mais tranquilo para mim. A pressão que o Francisco sente no par é a pressão que eu sinto no singular e acabo por usar isso a meu favor, quando jogo com ele”.
- Categorias:
- ATP World Tour