Raducanu não desarma: «Posso cair sete vezes mas vou levantar-me oito»

Por Pedro Gonçalo Pinto - Fevereiro 25, 2026

Emma Raducanu vai continuando a viver uma fase de altos e baixos. A britânica, atual número 25 do ranking mundial, não esconde, no entanto, que se sente confiante por todas as aprendizagens que tem somado, agora também depois de ver a ligação com Francis Roig chegar ao fim de forma prematura.

“O desporto é um grande veículo para aprender lições de vida. A resiliência é a lição mais importante que posso tirar disto. Como a temporada é tão longa, é muito difícil estar no court o tempo todo se jogares todos os torneios que agora são obrigatórios. O meu objetivo é dar o meu melhor a cada e esforçar-me para ser a minha melhor versão. Mas qualquer que seja o desafio, posso cair sete vezes mas vou levantar-me oito. É algo que levo comigo”, comentou.

Ainda sobre a questão do treinador, Raducanu confessa que agora não pensa em encontrar um novo. “Neste momento não diria que estou ativamente à procura de um treinador. Tenho Alexis Canter comigo. Conhece-me como pessoa, como jogadora e tive um certo êxito com ele no ano passado em Washington e em Cluj, então está tudo bem por agora. Sei os exercícios que preciso de fazer agora, simplesmente repetir os fundamentos chave. Quero retomá-los e ter um estilo de jogo mais agressivo”, abordou.

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O ténis entrou na minha vida no momento em que comecei a jogar aos 7 anos. E a ligação com o jornalismo chegou no momento em que, ainda no primeiro ano de faculdade, me juntei ao Bola Amarela. O caminho seguiu com quase nove anos no Jornal Record, com o qual continuo a colaborar mesmo depois de sair no início de 2022, num percurso que teve um Mundial de futebol e vários Europeus. Um ano antes, deu-se o regresso ao Bola Amarela, sendo que sou comentador - de ténis, claro está - na Sport TV desde 2016. Jornalismo e ténis. Sempre juntos. Email: pedropinto@bolamarela.pt