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Alcaraz explica como se motiva para os torneios mais ‘pequenos’: «Odeio a sensação de perder…»
Carlos Alcaraz ainda apanhou um susto mas acabou por encontrar o antídoto para derrotar Karen Khachanov e avançar para as meias-finais do ATP 500 de Doha.
O tenista espanhol chegou à décima vitória em dez encontros na presente temporada e, no final, demonstrou toda a sua ambição, não só para o Catar mas para o que se avizinha.
SATISFEITO COM TRIUNFO
Sinto-me exausto, isso é certo. Ainda assim, feliz e orgulhoso da forma como joguei. Acho que joguei a um bom nível, a um nível consistentemente elevado ao longo de todo o encontro. Ele começou a jogar muito bem e fez grandes pontos e um ténis brutal quando mais importava. Foi um jogo muito duro, muito equilibrado, mas estou muito feliz por ter conseguido a vitória no fim.
AMBIÇÃO PARA O FUTURO
Sou uma pessoa muito ambiciosa. Odeio a sensação de perder. Sempre que enfrento um torneio ou um jogo, penso em dar a minha melhor versão. Quero ganhar. Quero ganhar torneios, erguer troféus — essa é a minha mentalidade. Quando jogas tantos encontros num ano, física e mentalmente tudo é muito exigente, por isso os meus grandes objetivos são os maiores torneios do mundo. Quando não os jogo, tento definir outros objetivos na minha cabeça para os poder alcançar. É isso que procuro fazer nestes torneios, para depois ter a mente focada nos maiores.
ELOGIOS A KHACHANOV
Não me lembro da última vez que o enfrentei em piso duro antes deste jogo, mas lembro-me de quando jogámos em terra batida. O estilo dele não muda muito consoante a superfície: joga com um ritmo altíssimo a partir do fundo do campo. Muda as direções com muita facilidade, algo de que ele gosta muito. O seu serviço é potentíssimo. É difícil encontrar oportunidades no seu ténis, por isso é tão complicado jogar contra ele. Estou feliz por todos os jogos terem caído para o meu lado; só posso dizer que cada duelo contra ele é uma batalha. Cada partida em que nos defrontamos faz-me desfrutar — são fantásticas.
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