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Djokovic sem palavras: «Esta vitória equivale quase a ganhar um Grand Slam»
Novak Djokovic viveu esta sexta-feira um dos momentos mais impactantes nos últimos anos ao derrotar Jannik Sinner para regressar à final do Australian Open.
O tenista sérvio mostrou que apesar dos seus 38 anos continua a ser capaz de bater a lógica e contrariou o enorme favoritismo que o italiano trazia para o embate.
Djokovic mostrou-se radiante e admitiu mesmo que este triunfo, para ele, é quase como conquistar um torneio do Grand Slam.
EXIBIÇÃO PARA RECORDAR
Sinceramente, não me atreveria a dizer que foi a melhor de sempre, mas sim, sem dúvida, a melhor dos últimos anos. Pelas circunstâncias e por se tratar de umas meias-finais contra o Sinner, que tem jogado o melhor ténis da sua vida nos últimos anos, especialmente aqui, como bicampeão em título, não se pode pedir muito mais do que isto.
OBJETIVO CUMPRIDO
A verdade é que quando comecei a preparação para a nova temporada e defini os meus objetivos, não é segredo nenhum que os Grand Slams são onde quero jogar o meu melhor ténis, mas também se torna, creio, mais difícil motivar-me e começo a fazer perguntas a mim próprio. O que é que exatamente espero de mim mesmo? Imaginava-me a jogar contra o Jannik e o Carlos nas fases finais dos Grand Slams este ano, a competir ao mais alto nível e a dar tudo. Por isso, sinto-me muito feliz por já ter vivido isso no primeiro Grand Slam do ano. É uma grande vitória. Estou muito orgulhoso, muito feliz e também muito aliviado, porque foi um jogo fisicamente muito exigente e desgastante.
FINAL PENSAR MAIS À FRENTE
Não sei como vou recuperar. Vamos ver. São quase três da manhã. Não consigo fazer qualquer previsão neste momento. Certamente amanhã não vou treinar. Vou aproveitar cada hora possível para recuperar e espero chegar ao dia da final a sentir-me um pouco mais fresco.
VEM AÍ MAIS HISTÓRIA
Para mim e também para o Carlos, pela sua idade e por tudo o que já conquistou, sempre que jogamos há história em jogo para ambos. Uma final de Grand Slam tem sempre imenso em jogo, mas não é diferente de qualquer outro grande jogo que já disputei. A minha preparação é a que tem de ser. No ano passado ganhei-lhe aqui num jogo também muito duro. Vamos ver quão frescos chegamos os dois.
TRIUNFO COM SINNER EQUIVALE A GRAND SLAM
Ele também teve um jogo exigente, mas tira-me 15 ou 16 anos. Biologicamente, creio que para ele será um pouco mais fácil recuperar. Mas tenho muita vontade. Jogo ténis de forma competitiva principalmente para chegar às finais dos Grand Slams. Aqui estou, por isso não posso queixar-me de nada. Neste momento, só tento desfrutar do momento que estou a viver esta noite. Pensarei na final mais tarde, mas para mim, esta vitória quase equivale a ganhar um Grand Slam.
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