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Musetti está preparado para defrontar Djokovic: «Não quero apenas jogar este encontro, quero vencê-lo»
O italiano Lorenzo Musetti, que atravessou a melhor fase da sua carreira na última época, está a dar que falar em Melbourne Park, principalmente, depois da forma como se exibiu diante de Taylor Fritz nos oitavos-de-final do Open da Austrália, ao protagonizar ténis de elevadíssima qualidade e mostrando toda a magia que lhe é imensamente reconhecida.
O atual 5.º colocado do ranking ATP alcançou uma marca inédita com este segundo triunfo em Majors sobre jogadores do top 10 e qualificou-se para os “quartos” do Happy Slam pela primeira vez, depois das meias-finais em Roland Garros e em Wimbledon e dos “quartos” na última edição do US Open, fase na qual vai medir forças com o 10 vezes campeão da prova e campeoníssimo sérvio de 38 anos Novak Djokovic.
O desafio promete ser muito exigente mas o transalpino vai dar tudo de si para vencer o melhor tenista de todos os tempos, algo que já aconteceu no passado por uma ocasião – na terra-batida de Monte Carlo em 2023, e continuar a depender apenas de si para sair dos Antípodas como novo número três mundial.
VITÓRIA CONTRA TAYLOR FRITZ
“Eu nunca tinha jogado a nível profissional na Rod Laver Arena e foi uma sensação realmente incrível. Acho que ficou claro para mim que no primeiro set ele estava com algum problema físico, mas depois elevou o nível e não foi fácil vencê-lo. A chave foi a minha capacidade de me concentrar no meu próprio jogo, sem pensar em nada além de seguir o meu plano.”
EVOLUÇÃO NO SEU TÉNIS
“Há algum tempo que queria tornar me um tenista mais agressivo, e estou a conseguir isso graças a uma mudança mental significativa. A melhoria do meu serviço foi crucial, mas ainda mais importante foi convencer me da necessidade de jogar de forma mais agressiva. Além disso, ganhei experiência em lidar com situações de tensão no court e aprendi a conservar energia dentro e fora dele durante um torneio do Grand Slam. O facto de já ter chegado a duas meias-finais em torneios deste nível dá me muita confiança. Acho também que vencer o Machac em cinco sets no outro dia, com aquele calor, pode ser um ponto de viragem na minha carreira. Vi isso como a prova de que dei um salto em todos os níveis.”
O DESAFIO DE JOGAR CONTRA DJOKOVIC
“É sempre um grande desafio jogar contra ele. Sei que vai ser muito difícil derrotá-lo. Ele chega sem ter perdido um set sequer e menos cansado porque não jogou nos oitavos de final, e eu sei tudo o que implica em termos mentais defrontar um tenista do seu nível, um eterno campeão. Ele nunca desiste, e quanto mais difícil a situação fica, mais ele eleva o seu nível. Naquele jogo [final em Atenas há dois meses], faltou-me compostura e clareza nos momentos cruciais, assim como não consegui manter a agressividade quando tive chances de fechar o jogo. Acho que isso se deve à falta de confiança nas minhas próprias capacidades. Agora as coisas podem ser diferentes. Não quero apenas jogar este encontro, quero vencê-lo.”
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