Spizzirri e o fecho do teto contra Sinner: «Foi engraçado ter sido mesmo depois de o quebrar»

Por Pedro Gonçalo Pinto - Janeiro 24, 2026

Eliot Spizzirri parecia estar a caminhar para uma gigantesca surpresa no Australian Open quando, com o resultado empatado em sets, quebrou Jannik Sinner para fazer o 3-1 no terceiro parcial. Nesse momento, o número dois do ranking mundial sofria com cãibras e mostrava-se desorientado, sendo que foi aí que se decidiu fechar o teto devido à regra do calor. Ora, tudo mudou daí para a frente, o italiano avançou e o norte-americano fica a lidar com a frustração.

“Não sei se o salvou. Sorri um pouco quando a regra do calor entrou em vigor, estava a ser um momento divertido com 3-1 a meu favor. Mas a regra é assim, era quando devia entrar em vigor, não importa quem ganhasse o jogo porque o teto ia fechar sempre. Foi engraçado ter sido mesmo depois de o quebrar e com ele a cambalear, mas foi assim. São as regras do jogo e há que viver com elas. Se tivesse ganho o terceiro set, teríamos tido um descanso de 10 minutos devido ao calor também? Já vimos isto outras vezes. Voltar de uma paragem e resolver o jogo, acho que já fez isso com o Rune neste torneio. Não diria que se salvou por isso, é demasiado bom jogador para dizer isso, mas foi num momento desafiante. Pode dizer-se que foi feliz, mas também tem muita experiência e soube lidar bem com isso”, comentou.

Leia também:

 

O ténis entrou na minha vida no momento em que comecei a jogar aos 7 anos. E a ligação com o jornalismo chegou no momento em que, ainda no primeiro ano de faculdade, me juntei ao Bola Amarela. O caminho seguiu com quase nove anos no Jornal Record, com o qual continuo a colaborar mesmo depois de sair no início de 2022, num percurso que teve um Mundial de futebol e vários Europeus. Um ano antes, deu-se o regresso ao Bola Amarela, sendo que sou comentador - de ténis, claro está - na Sport TV desde 2016. Jornalismo e ténis. Sempre juntos. Email: pedropinto@bolamarela.pt