Sinner: «O melhor que fiz na minha vida foi dedicar-me ao ténis»

Por Pedro Gonçalo Pinto - Janeiro 23, 2026

Depois de garantir o apuramento para a terceira ronda do Australian Open 2026, Jannik Sinner protagonizou uma das conferências de imprensa mais sinceras até agora. O italiano, atual número dois do ranking mundial, falou sem filtros sobre a sua relação com o ténis e o impacto que a escolha profissional teve na sua vida.

Posso dizer, com total honestidade, que o melhor que fiz na minha vida foi dedicar-me ao ténisEste desporto deu-me oportunidades que nunca teria imaginado: conhecer pessoas incríveis, viajar pelo mundo e crescer como pessoa, acrescentou.

Questionado sobre o que o motiva a manter uma exigência tão elevada no dia a dia, o italiano foi claro. O ténis dá-me uma razão para acordar todas as manhãs. Dá-me uma rotina, um objectivo e a vontade de ser melhor todos os dias”, comentou.

O jogador de 24 anos também destacou a importância dos exemplos que encontra no circuito. O que jogadores como Djokovic ou Wawrinka estão a fazer é uma grande inspiração. Continuar a competir a este nível durante tantos anos parece quase irreal, confessou.

Sobre o seu desempenho em Melbourne, Sinner mostrou-se satisfeito, mas cauteloso. Cada encontro é diferente, as condições mudam e é preciso adaptarmo-nos constantemente. Estou contente com o meu nível, mas sei que ainda posso melhorar”atirou.

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O ténis entrou na minha vida no momento em que comecei a jogar aos 7 anos. E a ligação com o jornalismo chegou no momento em que, ainda no primeiro ano de faculdade, me juntei ao Bola Amarela. O caminho seguiu com quase nove anos no Jornal Record, com o qual continuo a colaborar mesmo depois de sair no início de 2022, num percurso que teve um Mundial de futebol e vários Europeus. Um ano antes, deu-se o regresso ao Bola Amarela, sendo que sou comentador - de ténis, claro está - na Sport TV desde 2016. Jornalismo e ténis. Sempre juntos. Email: pedropinto@bolamarela.pt