Nadal conquista vitória mais expressiva da carreira em Wimbledon

Rafel Nadal chegou a Wimbledon e disse: contem comigo também para a relva. O maiorquino de 31 anos, que não jogava desde o título em Roland Garros, conquistou de forma determinada o seu primeiro triunfo em relva do ano, passando pelo australiano John Millman, 137.º da classificação, por 6-1, 6-3 e 6-2, em uma hora e 45 minutos de jogo.

Uma vitória que tem mais significado do que à primeira vista pode fazer crer. Cedendo apenas seis jogos, este é o triunfo mais expressivo conquistado no All England Club, em 12 participações. Mais, esta é a vitória número 850 da sua carreira, sendo que apenas seis jogadores tiveram tantas razões para festejar quanto o número dois mundial durante as suas carreiras: Jimmy Connors, Roger Federer, Ivan Lendl, Guillermo Vilas, John McEnroe e Andre Agassi.

“Estou muito contente por estar de regresso. É muito especial para mim jogar em Wimbledon”, disse Nadal, que não pisava a mais imaculadas das superfícies desde 2015. Segue-se, na segunda ronda, o norte-americano Donald Young, 43.º ATP, que beneficiou da desistência de Denis Istomin quando liderava por 5-7, 6-4, 6-4 e 4-2.

Mais resultados:

O primeiro dia de Wimbledon segue, assim, sem surpresas (à exceção de Nick Kyrgios). Depois de Andy Murray, Jo-Wilfried Tsonga e Kei Nishikori terem despachados serviço tranquilamente, foi a vez deMarin Cilic, Kevin Anderson e Benoit Paire se juntarem à lista de campeões do dia.

O croata deu conta do alemão Philipp Kohlschreiber, por 6-4, 6-2 e 6-3, ao passo que Anderson meteu um ponto final nas aspirações de Fernando Verdasco, com recurso aos parciais de 2-6, 7-6(5), 7-6(8) e 6-3. Já o irreverente gaulês, eliminou o brasileiro Rogério Dutra Silva por 6-4, 3-6, 7-6(10) e 6-4.

Sobre o autor
- Descobriu o que era isto das raquetes apenas na adolescência, mas a química foi tanta que a paixão se mantém assolapada até hoje. Pelo meio ficou uma licenciatura em Jornalismo na Escola Superior de Educação de Viseu e um Secundário dignamente enriquecido por cadernos cujas capas ostentavam recortes de jornais de Lleyton Hewitt. Entretanto ganhou (algum) juízo, um inexplicável fascínio por esquerdas paralelas a duas mãos e um lugar no Bola Amarela. A escrever por aqui desde dezembro de 2013.

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