[Vídeo] Viagem à agitada sala de imprensa do Millennium Estoril Open

No court encontram-se com os adversários, na sala de imprensa são os jornalistas quem os jogadores têm de enfrentar, já longe da sua zona de conforto. Com mais ou menos vontade, mais ou menos razões para celebrar, há que de deixar os jornalistas meter mãos à obra, porque, afinal de contas, há um exigente e perspicaz público para satisfazer (pelos nossos leitores falamos).

E é através desta relação entre jogadores (e o que eles fazem) e o público que percebemos a importância da imprensa. O que seria de um torneio sem os meios de comunicação e, sobretudo, sem os jornalistas que os representam? É um cenário tão difícil de imaginar, que a resposta se torna fácil de dar: não existiria. De uma forma simplista, um torneio que não exista para o público, não existe para os patrocinadores.

Sorte a nossa que Portugal, além de grandes jornalistas, tem grandes especialistas de ténis, que muito contribuíram para fazer desta edição do Millennium Estoril Open um sucesso. Entre os courts, sala de imprensa e zona mista, as largas dezenas de jornalistas presentes na prova arregaçaram as mangas no primeiro dia e só as desarregaçaram quando as luzes se apagaram no Clube de Ténis do Estoril, no último dia.

Para assinalar o Dia Mundial dos Meios de Comunicação, neste 27 de maio, e homenagear os profissionais da área, mostramos-lhes algumas imagens que ajudam a ilustrar o profissionalismo, a paixão, a entrega e o boa disposição dos muitos profissionais que ajudam, todos os anos, a colocar Portugal no mapa do ténis mundial e a dar alma a uma das melhores semanas do ano para os apaixonados da modalidade. São, também eles (sobretudo eles), uns verdadeiros campeões.

Sobre o autor
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Descobriu o que era isto das raquetes apenas na adolescência, mas a química foi tanta que a paixão se mantém assolapada até hoje. Pelo meio ficou uma licenciatura em Jornalismo na Escola Superior de Educação de Viseu e um Secundário dignamente enriquecido por cadernos cujas capas ostentavam recortes de jornais de Lleyton Hewitt. Entretanto ganhou (algum) juízo, um inexplicável fascínio por esquerdas paralelas a duas mãos e um lugar no Bola Amarela. A escrever por aqui desde dezembro de 2013.

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