Djokovic: «Dou tanto valor aos Masters 1000 como dou aos Grand Slams»

Novak Djokovic tem tantos Masters 1000 conquistados como anos de existência, mas isso não faz afrouxar o seu desejo de conquista. Nem nada que se pareça. O sérvio de (quase) 30 anos está em Indian Wells para defender o título do ano passado e cimentar o seu estatuto de recordista de provas da categoria máxima ATP .

De caminho, espera ganhar motivação para quebrar o enguiço e cumprir o que já vem prometendo há largos anos: vencer o torneio de Cincinnati, onde foi finalista em cinco ocasiões, e completar o Masters de Carreira. “É um dos marcos que eu tenho oportunidade de alcançar e, claro, isso dá-me motivação para tentar vencer em Cincinnati, onde eu joguei quatro finais, acho eu [foram cinco]”, disse Djokovic aos jornalistas no deserto da Califórnia.

“Mas o Andy [Murray], o Roger [Federer] e o Rafa [Nadal] estão todos perto de o conseguirem também. Estão a um ou dois torneios de o alcançarem”, notou o jogador de Belgrado, sublinhando a importância que as nove provas Masters 1000 têm para os jogadores, em geral, e para si, em particular.

“Todos nós damos crédito aos eventos de categoria Masters. Sabemos que os Grand Slams são os grandes eventos, e todos falamos muito deles, mas também devemos falar da importância e do valor destes torneios”.

“Eu tenho muita consideração pelos Masters, tenho uma série incrível de vitórias, conquistei 30. Uma das razões por que estou aqui é por dar tanto valor a estes torneios como dou aos Grand Slams”, destacou o jogador que mais perto está de se tornar no primeiro jogador da história a vencer todos os Masters 1000 pelo menos uma vez.

Sobre o autor
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Descobriu o que era isto das raquetes apenas na adolescência, mas a química foi tanta que a paixão se mantém assolapada até hoje. Pelo meio ficou uma licenciatura em Jornalismo na Escola Superior de Educação de Viseu e um Secundário dignamente enriquecido por cadernos cujas capas ostentavam recortes de jornais de Lleyton Hewitt. Entretanto ganhou (algum) juízo, um inexplicável fascínio por esquerdas paralelas a duas mãos e um lugar no Bola Amarela. A escrever por aqui desde dezembro de 2013.

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