Vagnozzi revela qual é a grande chave do sucesso de Sinner

Por Rodrigo Caldeira - April 9, 2026

Jannik Sinner continua a afirmar-se como um dos jogadores mais dominantes do circuito, mas por detrás do seu crescimento constante está uma figura chave: o seu treinador, Simone Vagnozzi. Numa entrevista, o técnico italiano explicou as chaves do desenvolvimento do número um, a sua adaptação à terra batida e o processo contínuo que o levou à elite.

ADAPTAÇÃO Á TERRA 

“Hoje em dia assimila muito mais rapidamente estas mudanças. No ano passado jogou quatro meses seguidos em terra batida, e isso ainda está presente. Chegar com confiança depois de bons resultados ajuda imenso a essa adaptação”

Vagnozzi acrescentou ainda: “Não é a sua superfície preferida, mas pode alcançar resultados extraordinários”.

AMORTI E MELHORAR TÉCNICAMENTE 

“Está a perceber melhor quando e como utilizá-lo. Não há varinhas mágicas. Ninguém muda em duas semanas. Há um ano e meio também diziam que não podia ganhar com o serviço. Hoje é uma arma sólida”

A IMPORTÂNCIA DA FLEXIBILIDADE 

“Antes era mais rígido, agora é muito mais camaleónico. Evoluiu muito na resposta ao serviço, e isso quebra o ritmo de quem serve e é uma arma fundamental”

GESTÃO DE CALENDÁRIO 

“É preciso encontrar o equilíbrio entre competir com confiança e saber parar. Estar um mês a competir ao mais alto nível exige imenso  mentalmente. Todas as decisões são tomadas a pensar em toda a época, não apenas num torneio”

EVOLUIR COM AS DERROTAS

“São mais analisadas do que as vitórias. Ele é o primeiro a querer rever os jogos e perceber o que podia ter feito melhor. Para nós é fundamental saber digerir a derrota, não evitá-la”

RESPONSABILIDADE DO TREINADOR 

“No início senti uma grande responsabilidade, sabia que tinha um diamante nas mãos. Agora o cenário mudou completamente, agora parece um drama sempre que perde. Mas levanta-se todos os dias a pensar em como ser um jogador melhor, é essa a sua mentalidade”

Apaixonado por desporto no geral, o ténis teve sempre presente no topo da hierarquia. Mas foi precisamente depois de assistir à épica meia-final de Wimbledon em 2019 entre Roger Federer e Rafael Nadal, que me apaixonei e comecei a acompanhar de perto este fabuloso desporto. Atualmente a estudar Ciências da Comunicação na Universidade Autónoma de Lisboa.
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