Svajda nem acredita: «A primeira vez que joguei em terra batida vermelha foi há dois anos»
Zachary Svajda está a ser uma das histórias mais improváveis desta edição de Roland Garros. O norte-americano tem lugar marcado nos oitavos-de-final com Flavio Cobolli nesta segunda-feira, algo que surpreende até o próprio, responsável por eliminar Francisco Cerundolo na terceira eliminatória, em cinco sets.
“Isto é incrível, ainda não assimilei tudo. Vou começando a perceber realmente o que aconteceu, mas o ambiente foi espetacular e joguei um ténis muito bom. Era um encontro muito complicado com um adversário com imensa experiência nesta superfície. Estou muito orgulhoso pela forma como competi e por ter encontrado a maneira de ganhar depois de tudo o que aconteceu”, confessou.
Svajda falou ainda da sua adaptação à terra batida, uma superfície que lhe era desconhecida. “Sinceramente, estou muito surpreendido. Ainda me custa a acreditar. É uma loucura. Sempre pensei que acabaria por jogar bem em terra batida algum dia, mas imaginava que fosse daqui a uns anos. Nunca pensei que fosse já agora. Sinto-me muito agradecido e estou a tentar desfrutar. A primeira vez que joguei em terra batida vermelha foi há dois anos. Tinha jogado um pouco na verde, mas não muito. Provavelmente tinha disputado entre 10 e 15 encontros em terra batida na minha carreira antes desta época. Cada vez deslizo melhor, ainda não sou perfeito, mas vou-me sentindo mais confortável”, sentenciou.
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