Sem grandes surpresas, vai acontecer este domingo mais um capítulo da rivalidade entre Carlos Alcaraz e Jannik Sinner, desta vez, na final do ATP 1000 de Monte Carlo.
Será mais um duelo que vai fazer parar a modalidade e, no lado de Sinner, o próprio agradece ter essa possibilidade. Durante a conferência, Alcaraz ainda estava em court, no entanto, o italiano já abordava a hipótese mais do que provável de enfrentar o seu maior rival.
EXIBIÇÃO DE ALTO NÍVEL CONTRA ZVEREV
Antes dos jogos nunca sabes como vão correr. Mas conhecemo-nos muito bem e acho que uma parte muito importante foi começar o jogo de uma forma muito positiva, que foi o que fiz. Isso dá-te alguma liberdade quando consegues o break logo no início e faz com que o jogo e a sua dinâmica se desenvolvam de maneira diferente. Estou muito contente por isso. Claro, tentei manter isso também no segundo set. E sim, foi uma atuação muito boa da minha parte. Hoje foi um bom dia.
MUDANÇAS APÓS DOHA
Para mim, o mais importante é sempre estabelecer prioridades — é isso que faço. Tento dar prioridade ao sono da melhor forma possível para estar fresco no dia seguinte. Tento alimentar-me de forma saudável e repetir isso constantemente. E ter dias de treino muito longos — isso é um grande combustível para o resto da época, ou pelo menos para os torneios importantes. Depois também tens de render bem nos torneios, porque no fim de contas isso é o mais importante. É para isso que treinamos.
“Trabalhamos muito em tudo.” No serviço, em variar os jogos e os pontos na resposta, em tentar colocar mais intensidade desde o início até ao fim — em tudo. Não há uma única chave. São muitas coisas juntas que fazem com que esse “pacote” seja o maior possível. Mas, mais uma vez, estou muito feliz por jogar a minha primeira final aqui. Era a terceira vez que jogava meias-finais, por isso estava a tentar puxar por mim ao máximo. Foi uma boa exibição hoje. Agora vamos ver o que acontece amanhã, mas, de qualquer forma, foi um torneio muito bom.
FINAL CONTRA ALCARAZ
Ele está a jogar neste momento, por isso nunca se pode dar nada como garantido. Mas, se for o Carlos — coloquemos esse “se” — seria bom para mim jogar pelo menos uma vez contra ele antes de Paris, para ver onde está o meu nível nesta superfície e no que precisamos de trabalhar. Espero que me dê um bom feedback.