Shapovalov destaca: «É cada vez mais raro encontrar jogadores com esquerda a uma mão»
Denis Shapovalov (atual 40.º ATP) alcançou há um ano o maior título da sua carreira nos Estados Unidos, batendo ao longo dessa caminhada três jogadores do top 10 (Tommy Paul, Taylor Fritz e Casper Ruud), e é precisamente no estado do Texas que o tenista canadiano de 26 anos se encontra uma vez mais esta semana para tentar defender o troféu do ATP 500 de Dallas.
Com lugar já garantido nos quartos-de-final, e após uma excelente exibição perante o norte-americano Aleksandar Kovacevic (78.º) onde deu uma autêntica lição principalmente no capítulo do serviço, o jogador nascido em solo israelita fez questão de lembrar em conversa com os jornalistas a importância que a pancada de esquerda a uma mão reserva dentro do seu vistoso padrão de jogo.
“De certa forma, a esquerda a uma mão é uma vantagem, porque se consegue gerar mais potência e alcançar melhores ângulos. Mas, no ténis atual, a tendência é jogar com a esquerda a duas mãos, que oferece maior solidez, e em contrapartida gerar potência com a direita. O jogo tornou-se tão rápido aos dias de hoje que ter esse braço extra na execução da pancada de esquerda ajuda. É por isso que é cada vez mais raro encontrar jogadores com esquerda a uma mão.”, confessou Shapovalov, que ainda acrescentou:
“Eu cresci a ver Roger Federer e queria jogar como ele, então posso dizer que esse foi um dos principais motivos pelos quais acabei por escolher a esquerda a uma mão.”
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