Sete portugueses na segunda ronda do M25 da Figueira da Foz

Por Tomás Almeida - July 1, 2026
Créditos: Nuno Martins

A segunda edição do ITF M25 da Figueira da Foz já se iniciou e temos mais de uma mão cheia de tenistas portugueses apurados para os oitavos-de-final da competição.

Ainda na terça-feira, dia que serviu de arranque para os encontros do quadro principal, tivemos João Dinis Silva (1375.º), Gonçalo Marques (1186.º), Tiago Cação (844.º) e Rodrigo Leal (2148.º) a triunfarem e a seguirem em frente à boleia de exibições autoritárias, sendo que vale realçar o facto deste último ter vencido diante de um compatriota, neste caso o jovem de 20 anos João Portugal. Afastando esta particularidade, a exceção da jornada foi mesmo para Francisco Rocha (854.º), semifinalista do M25 do Porto no último fim-de-semana, que não conseguiu levar de vencida o britânico Emile Hudd (520.º), perdendo com os parciais de 3-6, 6-3 e 5-7 ao cabo de quase duas horas e meia.

Já esta quarta-feira entrou em court Tiago Pereira, número cinco nacional e atual 337.º colocado do ranking ATP. O jogador natural de Tavira beneficiou da desistência do italiano Filippo Moroni (742.º), quando já comandava confortavelmente o confronto por 6-1 e 1-0.

Quem também seguiu as pisadas do primeiro pré-designado da prova foram o novo top 500 mundial Tiago Torres – igualmente fruto de lesão do adversário – e o jovem qualifier Rodrigo Fernandes (1261.º), que jogou a grande nível para bater o experiente espanhol Rafael Izquierdo Luque (731.º) por 6-3, 3-6 e 6-3 e dar, assim, a melhor sequência às prestações logradas na fase de qualificação.

De notar ainda que o ex-top 150 João Domingues (atual 594.º) caiu em sets diretos contra Fabrizio Andaloro e não foi capaz de evitar o desfecho do embate disputado entre ambos há duas semanas na Lourinhã.

Por último, Vasco Leote Prata (1517.º) ofereceu boa réplica e ainda liderou a segunda partida por 4-1, com dois breaks à maior, mas saiu derrotado frente ao espanhol John Echeverria (532.º) por 6-2 e 7-5.

A minha paixão pelo ténis começou aos 10 anos e desde então tem crescido dia após dia. Já deixou de ser um mero desporto para mim, enquanto consumidor de tudo um pouco, ... bem, talvez nunca tenha sido... Estou aqui para continuar a ser surpreendido e a aprender com algo único e incomparável como o ténis. Hoje em dia não me consigo imaginar a viver sem a bola amarela no canto do olho. Quero seguir neste mundo e fazer dele o meu futuro, crescendo com todas as aprendizagens adquiridas a partir de valiosas experiências. Continuem desse lado!
Bola Amarela
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