Seleção Nacional já está na China para a Davis: «Vai ser uma eliminatória muito difícil»

Por José Morgado - Fevereiro 4, 2026
Machado
FOTO: Manuel Vitali

A seleção portuguesa vai defrontar a China no play-off de manutenção no Grupo I da Taça Davis, esta sexta-feira e sábado, em Guangzhou. Depois de, em 2023 e 2024, ter disputado os qualifiers para as finais, Portugal luta agora para evitar a descida ao Grupo II, onde não está desde 2015.

Em 2025, Portugal esteve perto de atingir novamente essa fase, mas, após eliminar o Mónaco por 3-2 no play-off, perdeu com o Peru por 3-1 na fase principal, com Nuno Borges e Francisco Cabral a garantirem o único ponto luso, em pares.

Apesar da vantagem portuguesa no ranking, a China tem uma equipa fortíssima, com quatro jogadores de singulares com nível de top 50. Para além disso, Portugal joga fora, num fuso horário diferente e num piso rápido escolhido pelos asiáticos que pode ser decisivo. “Temos noção que vai ser uma eliminatória bastante difícil frente a uma equipa com jogadores experientes, com bastante potencial e que já provaram conseguir jogar a um nível muito alto. Nós vamos com uma equipa com grande compromisso quando representa a seleção nacional. Sabemos que jogar fora é sempre difícil”, afirmou o capitão Rui Machado.

Portugal apresenta Nuno Borges (45.º ATP), Jaime Faria (145.º), Henrique Rocha (157.º), Francisco Cabral (21.º de pares) e Tiago Pereira, que se estreia (270.º de singulares e 189.º de pares). Borges soma nove vitórias e nove derrotas na Taça Davis, Cabral tem quatro triunfos em oito encontros, e Faria procura a primeira vitória.

A China conta com Yunchaokete Bu (139.º), Yibing Wu (144.º), Juncheng Shang (262.º), além de Yi Zhou (220.º) e Zhizhen Zhang (367.º).

Portugal participa na Taça Davis desde 1925 e falhou por cinco vezes (1994, 2017, 2019, 2023 e 2024) a subida ao principal escalão.

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Apaixonei-me pelo ténis na épica final de Roland Garros 2001 entre Jennifer Capriati e a Kim Clijsters e nunca mais larguei uma modalidade que sempre me pareceu muito especial. O amor pelo jornalismo e pelo ténis foram crescendo lado a lado. Entrei para o Bola Amarela em 2008, ainda antes de ir para a faculdade, e o site nunca mais saiu da minha vida. Trabalhei no Record e desde 2018 pode também ouvir-me a comentar tudo sobre a bolinha amarela na Sport TV. Já tive a honra de fazer a cobertura 'in loco' de três dos quatro Grand Slams (só me falta a Austrália!), do ATP Masters 1000 de Madrid, das Davis Cup Finals, muitas eliminatórias portuguesas na competição e, claro, de 16 (!) edições do Estoril Open. Estou a ficar velho... Email: jose_guerra_morgado@hotmail.com