Sabalenka após bater Osaka: «Odeio perder, é a pior sensação para um desportista»
Aryna Sabalenka, número um mundial, precisou de suar para bater Naomi Osaka e chegar à sua 15.ª vitória consecutiva.
A tenista bielorrussa avançou para os quartos de final do WTA 1000 de Madrid e, no final, destacou a sua capacidade de reação após ceder o primeiro parcial para Osaka.
ENCONTRO EQUILIBRADO
Acho que joguei bastante bem. Baixei um pouco o nível no final do primeiro set e ofereci-lhe esse tie-break com demasiada facilidade. Mas, no geral, estou satisfeita. Quando ela me pressionou, fui capaz de fazer pancadas incríveis e jogar a um nível muito elevado. Por isso, estou contente. Também me alegra que ela tenha criado essa batalha, porque me permitiu lutar, sofrer um pouco e encontrar soluções durante o encontro. No geral, satisfeita.
CONDIÇÕES DE JOGO
Gosto de ambas (Madrid e Roma). Nesta fase da minha carreira, desfruto de todas as superfícies. Gosto do processo de adaptação e de encontrar as chaves em cada uma. Aqui tento dar mais efeito à bola e tirar partido do ressalto alto. Basicamente, jogo o meu ténis, mas com um pouco mais de spin.
15 VITÓRIAS SEGUIDAS
Não penso muito nisso, mas suponho que seja fácil de contar. Limito-me a tentar jogar cada encontro o melhor possível. Esse é o meu foco. A sensação de perder nunca se esquece. É inesquecível. Tal como ganhar. Odeio perder, é a pior sensação para um atleta.
MELHORIAS NO SERVIÇO
Acho que é uma combinação do lado mental e do técnico. Primeiro tive de encontrar soluções técnicas no serviço e, depois de as encontrar, a parte mental melhorou porque mudei o foco. Agora posso fazer duplas faltas, mas isso não me afeta. Sei exatamente o que falhou e como ajustar. Acho que agora sou uma jogadora mais completa, melhor a adaptar-me a diferentes condições e adversárias. Essa é uma das minhas armas.
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