Rocha após derrota no Estoril: «Deixa-me triste nunca ter vencido aqui no quadro principal»
Henrique Rocha (123º) acabou por cair na primeira ronda do Millennium Estoril Open 2026, frente ao um ex vice-campeão Pedro Martinez (159º), em declarações Rocha mostrou-se triste por nunca ter alcançado a segunda ronda do torneio, mas entusiasmado com o nível demonstrado dentro de campo.
ANÁLISE AO ENCONTRO
“Ainda me consegui animar bastante no final com o público, foi sem dúvida um dos melhores momentos ao longo do jogo, porque senti o apoio de toda a gente que estava nas bancadas. Foi incrível, estava a jogar bem e muito feliz por estar em campo. O resto do jogo, ele na verdade teve sempre mais oportunidades que eu, e mais experiência e acabou por saber aproveitar melhor as oportunidades. Servindo melhor, ainda me aguentei muitas vezes com break points abaixo. Acho que acabei por jogar bem, simplesmente ele foi melhor e mereceu a vitória”.
PREPARAÇÃO PARA DEFRONTAR UM EX VICE-CAMPEÃO
“É sempre um torneio muito especial para mim, e adoro jogar aqui. Infelizmente ainda não consegui a minha primeira vitória no quadro principal, isso deixa-me triste, mas tenho a certeza que vai aparecer. O Pedro é um jogador bastante experiente, vindo do qualifying já estava um bocado mais rodado que eu, e acho que acabou por ajudar. No inicio estava um bocado nervoso é sempre um torneio diferente, mas acho que soube gerir bem isso, e acabei por estar super conectado com o jogo. Mas ele conseguiu o break no 5-5 do primeiro set e agarrou-se bem ao 6-5”.
O QUE FALTA PARA ALCANÇAR A SEGUNDA RONDA
“Várias coisas, mas faltam os detalhes. Perdi bastantes pontos na rede, ele ganhou a maior parte dos amortis. São estes detalhes que fazem a diferença, acho que já não é o serviço, nem a direita ou a esquerda. Mas toda esta experiência e visão de jogo, pode ser um bocado melhor”.
CONDIÇÕES DE JOGAR MAIS TARDE
“Acabei por me adaptar às condições que tinha. Se a bola pica-se mais para mim, também podia picar mais para ele, e ele foi-me chateando um bocado com isso. Por isso acho que tinha sido um jogo igualmente difícil e complicado. Sendo à noite teve coisas boas para mim, se calhar durante o dia tinha outras”.
PRÓXIMOS MESES
“Vou para a América, ao Canadá e depois jogar o giro dos Estados Unidos. Montreal, Cincinnati eventualmente um Challenger e depois o qualifying do US Open. Acho que cada semana pode ser um ponto de viragem, e com o nível que estou a jogar pode acontecer em qualquer semana”.
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