Reese Brantmeier desafia Maria Timofeeva na final do WTA 125 do Porto

Por Tomás Almeida - September 26, 2026
Diego Maranhão/Eupago Porto Open

Reese Brantmeier (385.°), de 21 anos, e Maria Timofeeva (87.°), de 22, serão as grandes intervenientes da final deste domingo do WTA 125 do Porto.

A qualifier norte-americana foi a primeira jogadora a reservar o lugar no derradeiro encontro da competição na cidade Invicta, depois de assinar uma vitória irrepreensível frente à top 100 mundial e segunda pré-designada Sinja Kraus (95.°). Brantmeier voltou a não ceder qualquer set e triunfou com os parciais de 6-3 e 6-0 ao cabo de apenas uma hora, num duelo onde revelou estar muitos degraus acima da adversária em termos exibicionais.

É a primeira final da carreira para a jogadora dos Estados Unidos, que está a competir pela primeira vez fora do seu país.

Na segunda meia-final, Maria Timofeeva prevaleceu face a Mia Pohánková (212.°), mas foi necessário discutir um terceiro parcial para a primeira cabeça-de-série acabar definitivamente com a resistência da jovem eslovaca de 17 anos. O encontro parecia, a certa altura, estar encaminhado para um desfecho em sets diretos a favor da tenista mais cotada, mas Pohánková virou de set abaixo e acabou por sair por cima no tie-break.

Na terceira partida, Timofeeva apareceu novamente determinada e não deu hipótese, ganhando por 6-2, 6-7(3) e 6-3, em 2h38, a caminho da sua terceira final consecutiva em Portugal.

Depois dos êxitos alcançados na Figueira da Foz (W100) e na Quinta do Lago (W75) em 2025, a pergunta que se impõe agora é: conseguirá a tenista uzbeque conquistar um terceiro título seguido em território português?

O que é certo é que a final deste domingo vai opôr a tenista mais bem rankeada da prova frente a uma das quatro jogadoras que passou a fase de qualificação nesta 28.° edição do Eupago Porto Open — duas jovens em fases completamente opostas.

Motivos de interesse não faltam para se deslocar até ao Complexo Desportivo do Monte Aventino. É a não perder! A partir das 11h.

A minha paixão pelo ténis começou aos 10 anos e desde então tem crescido dia após dia. Já deixou de ser um mero desporto para mim, enquanto consumidor de tudo um pouco, ... bem, talvez nunca tenha sido... Estou aqui para continuar a ser surpreendido e a aprender com algo único e incomparável como o ténis. Hoje em dia não me consigo imaginar a viver sem a bola amarela no canto do olho. Quero seguir neste mundo e fazer dele o meu futuro, crescendo com todas as aprendizagens adquiridas a partir de valiosas experiências. Continuem desse lado!
Bola Amarela
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